Sandra Hipnoterapeuta

Sandra Hipnoterapeuta Licenciada em Psicologia
Mestranda em Psicologia do trabalho e da Saúde ocupacional
Hipnoterapeuta clinica

11/04/2026
10/04/2026
O stress ocupacional surge quando as exigências do trabalho excedem temporariamente a nossa capacidade de resposta. Pode...
07/04/2026

O stress ocupacional surge quando as exigências do trabalho excedem temporariamente a nossa capacidade de resposta. Pode ser pontual e, quando bem gerido, até motivador.

Já o burnout é uma resposta crónica ao stress prolongado. Caracteriza-se por exaustão emocional, distanciamento do trabalho e sensação de ineficácia.

Como prevenir?

🔹 Ao nível individual:
– Estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal
– Priorizar pausas e descanso adequado
– Desenvolver estratégias de coping (ex: respiração, mindfulness)

🔹 Ao nível organizacional:
– Promover cargas de trabalho equilibradas
– Incentivar uma cultura de apoio e comunicação
– Garantir reconhecimento e autonomia no trabalho

Cuidar da saúde mental no trabalho não é opcional, é essencial.

Vivemos num ritmo acelerado, onde o “dar conta de tudo” virou regra, e o descanso parece um luxo. Mas o corpo e a mente ...
31/03/2026

Vivemos num ritmo acelerado, onde o “dar conta de tudo” virou regra, e o descanso parece um luxo. Mas o corpo e a mente têm limites, e ignorá-los tem um custo.

Se você se sente constantemente cansado, desmotivado ou sobrecarregado, talvez não seja falta de força… talvez seja excesso de carga.
Ansiedade, depressão e burnout não são a mesma coisa, e entender a diferença importa:

• Ansiedade: preocupação constante com o futuro, mente acelerada, dificuldade em relaxar.

• Depressão: sensação persistente de tristeza, vazio e perda de interesse pela vida.

• Burnout: exaustão física e emocional causada por stress prolongado, especialmente no trabalho.

Nomear o que sentimos é o primeiro passo para cuidar melhor de nós. 💛

A ansiedade é uma resposta natural do nosso organismo perante situações percebidas como desafiantes ou ameaçadoras. Func...
25/03/2026

A ansiedade é uma resposta natural do nosso organismo perante situações percebidas como desafiantes ou ameaçadoras. Funciona como um “alarme interno” que nos prepara para agir — aumentando a atenção, a energia e a capacidade de resposta.

No entanto, quando essa ativação se torna excessiva, frequente ou desproporcional ao contexto, pode deixar de ser adaptativa e começar a gerar sofrimento, afetando o bem-estar e o funcionamento no dia a dia.

Reconhecer, compreender e aprender a regular a ansiedade é um passo essencial para uma relação mais saudável connosco próprios.

Cuidar da saúde mental também é saber quando não precisamos de fazer tudo sozinhos — procurar um profissional é um sinal de força, não de fraqueza.

Quando compreendemos, de forma genuína, que tanto a felicidade quanto a tristeza são estados transitórios, desenvolvemos...
04/03/2026

Quando compreendemos, de forma genuína, que tanto a felicidade quanto a tristeza são estados transitórios, desenvolvemos maior flexibilidade psicológica.

Essa mudança de perspectiva reduz a identificação excessiva com o momento presente. Emoções deixam de ser vistas como definições permanentes de quem somos e passam a ser compreendidas como eventos internos que surgem, se manifestam e desaparecem. Esse entendimento favorece a regulação emocional, diminui a ruminação e amplia a tolerância ao desconforto.

28/02/2026

Este video retrata a depressão de forma profundamente simbólica: uma sombra negra que a segue para todo o lado, como um peso invisível que nunca desaparece. Ela acorda com essa presença, trabalha com ela, convive com outras pessoas enquanto carrega esse fardo silencioso.

A depressão não é “falta de força” nem “drama”. É uma condição real, que altera energia, pensamentos, autoestima e a própria perceção da vida. Muitas vezes, quem sofre continua a cumprir rotinas, mas por dentro sente-se esmagado por essa sombra constante.

A mensagem é clara: aquilo que não se vê também dói. E merece compreensão, não julgamento. Se sente que carrega uma sombra assim, procurar ajuda não é fraqueza, é um passo de coragem.

21/02/2026

Sentir é humano. Todas as emoções, até as mais desconfortáveis, têm uma função. Permitir emoções significa dar espaço ao que sentimos, sem culpa ou julgamento. Quando reconhecemos a tristeza, o medo ou a frustração, conseguimos compreendê-los melhor e lidar com eles de forma mais saudável.

Já suprimir emoções é tentar “engolir” ou ignorar o que estamos a sentir. Pode parecer uma solução rápida, mas, muitas vezes, aquilo que é evitado acaba por voltar com mais intensidade, seja através de irritação, ansiedade ou cansaço emocional.

Cuidar da saúde psicológica passa por aprender a escutar as próprias emoções, em vez de lutar contra elas.

Desejo a todos vocês um Feliz Natal. Que seja um momento de muito amor, paz e união. Sejam felizes.
24/12/2025

Desejo a todos vocês um Feliz Natal. Que seja um momento de muito amor, paz e união. Sejam felizes.

O que éDissociação é a desconexão temporária da pessoa com a realidade, o que pode causar perda da memória, sensação de ...
19/11/2025

O que é

Dissociação é a desconexão temporária da pessoa com a realidade, o que pode causar perda da memória, sensação de irrealidade, percepções distorcidas do ambiente e mudança repentina da personalidade.
A dissociação normalmente acontece devido a estresse frequente, eventos traumáticos e consumo excessivo de álcool e/ou dr**as, mas também pode indicar problemas psiquiátricos, como um transtorno dissociativo.
O tratamento da dissociação depende da sua causa, e pode envolver medidas de relaxamento, psicoterapia e medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos.

Principais sintomas

✔️ Não se lembrar de informações pessoais

✔️Esquecer como realizar tarefas habituais

✔️Descobrir evidências de ações que não se lembra ter feito,

✔️ Ir a lugares e esquecer-se de como chegou,

✔️Sensação de que o mundo em volta é irreal,

✔️Percepção alterada de si

✔️Agir como se fosse outra pessoa

✔️ Dificuldade para falar sobre si

Não comece achando que “luto é só uma tristeza profunda”. Isso é simplificação confortável. O luto é uma experiência que...
11/11/2025

Não comece achando que “luto é só uma tristeza profunda”. Isso é simplificação confortável. O luto é uma experiência que reorganiza o cérebro. Não é apenas sentir. É reaprender a existir em um mundo onde algo ou alguém essencial não está mais. E isso não acontece porque você é fraco ou dramático. Acontece porque o cérebro era moldado pela presença que se perdeu. Quando essa presença desaparece, o sistema inteiro tenta entender como seguir funcionando.

Durante o luto, regiões ligadas à memória, apego, alerta e regulação emocional passam por uma reconfiguração intensa. É comum sentir confusão, desorientação e até dificuldade de tomar decisões simples. Isso não é “falta de controle”. É o cérebro tentando reconectar pontos que antes estavam claros.

O luto também mexe na forma como o corpo se organiza. Sono pode ficar instável. Apetite muda. Energia oscila. Você pode sentir um cansaço que parece não ter origem física. E é real: o cérebro em adaptação consome enormes recursos. O que muita gente chama de “preguiça” é, na verdade, reconstrução neurológica.

Outro ponto que quase ninguém fala: o cérebro registra a perda como ameaça. Não porque o que aconteceu é um perigo contínuo, mas porque a ruptura do vínculo ativa o sistema de sobrevivência. Por isso, medo e angústia aparecem, às vezes, sem motivo aparente. O corpo tenta garantir que você não sofra outro impacto do mesmo tamanho. É como se ele dissesse: “não solta mais nada, segura tudo”.

E é justamente aqui que muitas pessoas se cobram para reagir rápido demais. Querem “voltar a ser quem eram”. Mas isso é impossível. O luto não é sobre retornar ao que havia antes. É sobre se tornar alguém que carrega a ausência, sem se dissolver nela.

Não existe tempo certo. Não existe fórmula. Não existe comparação válida entre dois lutos. Cada história de amor, convivência, presença e significado é única, então a forma como o cérebro responde também será.

O que ajuda:
Falar, mesmo quando a voz falha.
Se permitir sentir, mesmo quando é desconfortável.
Criar novos rituais que lembrem que a vida continua, sem apagar o que houve.
Não buscar “substituir” o que se foi, e sim honrar.

Endereço

Rua De Montalvão 24A
Tavira
8800-420

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Terça-feira 10:00 - 20:00
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