Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

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Há encontros que não pertencem ao acaso, mas à arquitetura secreta do desejo. Porque não amamos o outro pelo que ele é e...
11/12/2025

Há encontros que não pertencem ao acaso, mas à arquitetura secreta do desejo. Porque não amamos o outro pelo que ele é em si, e sim pelo modo como, ao surgir, faz ressoar em nós tudo aquilo que estava disperso: de um lado, o gozo; do outro, os signif**antes do Outro.
Quando ambos aparecem na mesma pessoa — a potência erótica que sacode o corpo e as identif**ações simbólicas que despertam nossa história inconsciente — chamamos isso de amor.
Não o amor ingênuo,
nem o amor romântico que vendem por aí,
mas esse amor que nos desarma porque revela que o desejo tem memória.
O gozo chega como um relâmpago:
é o tremor, o impacto, aquilo que escapa ao controle.
É a parte do encontro que beira a perda temporária do “eu”.
Os signif**antes, ao contrário, são sutis:
um modo de falar,
um gesto quase familiar,
um olhar que toca uma ferida antiga ou uma falta que pensávamos ter enterrado.
São marcas que o inconsciente reconhece antes de nós.
E quando essas duas forças se encontram —
quando o corpo se incendeia e a história responde —
o sujeito sente que encontrou mais do que um parceiro:
encontrou um espelho onde se refletem tanto o seu desejo quanto sua falta.
Por isso o amor não é apenas escolha,
é também revelação.
Atrai-nos aquilo que nos falta,
une-nos aquilo que nos constitui,
comove-nos aquilo que revela quem somos no mais íntimo.
Chamamos de amor o instante em que o Outro deixa de ser um estranho
e se transforma em um signif**ante vivo da nossa própria verdade.
Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

"... nós usurpamos alguma coisa ao lhe darmos um nome. Dizemos que é isso e nada mais, e pensamos ter a substância mais ...
07/12/2025

"... nós usurpamos alguma coisa ao lhe darmos um nome. Dizemos que é isso e nada mais, e pensamos ter a substância mais pura da coisa quando a nomeamos. É como qualif**ar uma coisa, como quando alguém diz que este é um homem tal e tal. Como podemos dizer o que é um homem? - ou o que é o homem em geral? Ele é um milhão de coisas. Ao dizer que ele é um homem tal e tal, você o classificou, e, então, ele já não é livre. Se ele o permitir, será forçado a se encaixar nessa categoria. Geralmente, nós nos defendemos de sermos postos em jaulas. Mas o Estado põe todo mundo em uma categoria, e movimentos populares o fazem, e a Igreja - quem pertence a ela é uma gente maravilhosa, caso contrário, pertence ao demônio. Ou fulano é um alemão e amado por Deus, e beltrano é um francês e o próprio filho de Satã. Vejam, tudo isso são nomes, e é a mesma coisa quando você nomeia ou especif**a certas qualidades. Não digo, é claro, que isso é totalmente errado, ou que termos de dar nomes é simplesmente uma tragédia. Mas não esqueçam que, por trás de todos os nomes, está o inominável; para além de todas as nossas virtudes, há uma única real virtude, que não tem nome. Pois as virtudes são dons."

Jung - O Zaratustra de Nietzsche

Distinguir um narcisista de um psicopata é, muitas vezes, a chave para compreender por que uma relação aparentemente per...
04/12/2025

Distinguir um narcisista de um psicopata é, muitas vezes, a chave para compreender por que uma relação aparentemente perfeita pode transformar-se num labirinto emocional. O psicopata, ao contrário do narcisista, não sente qualquer conflito interno ao provocar sofrimento. Ele sabe que certas emoções são esperadas e, por isso, veste-as como quem escolhe uma roupa adequada para a ocasião. Sorri quando é conveniente, mostra tristeza quando é estratégico, e adapta-se ao ambiente com a frieza de quem joga um jogo cujas regras domina desde sempre.
No início, nada disso é visível. A aproximação é calculada ao milímetro: ele observa, memoriza, copia. Apresenta-se como a pessoa ideal, alguém que parece ter saído do teu próprio pensamento. É o elogio constante, a sintonia exagerada, a sensação de destino. Não se trata de espontaneidade, mas de engenharia emocional. Ele reproduz a tua personalidade com a precisão de um espelho, mas um espelho que só reflete aquilo que lhe interessa.
Depois, começam os primeiros movimentos subtis. Comentários que te deixam inseguro, pequenas contradições, críticas envoltas em humor. Nada suficientemente grande para criares confronto, mas o bastante para te desequilibrar. Não é impulso; é teste. Ele quer medir até onde pode ir, quanto de ti pode controlar, quão disposto estás a duvidar de ti mesmo para preservar a ligação.
Quando percebe que já estás emocionalmente investido, inicia-se o isolamento silencioso. Não é que te afaste de forma abrupta; apenas cria um mundo onde tu dependes dele para validar quem és, enquanto ele permanece intocável. Ele não precisa de ti — precisa do poder que tem sobre ti. E tu, sem perceberes, começas a viver à espera de migalhas de atenção que antes eram abundantes.
A parte mais cruel é a cegueira. Durante o processo, tudo parece confuso, mas nada parece grave o suficiente para escapar. A tua intuição sussurra, os teus amigos alertam, mas a névoa emocional criada pela manipulação impede-te de ver com clareza. Só quando sais — por coragem, cansaço ou acaso — é que o mundo volta a ganhar contornos nítidos. E então percebes que aquilo não era amor, era domínio.
Quem te quer bem pode avisar, pode insistir, pode até implorar. Mas até chegares por ti ao ponto final dessa estrada, nenhuma palavra externa consegue romper o encanto tóxico. A liberdade emocional, nesses casos, é sempre uma descoberta pessoal.
Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,Porque para o meu ser adequado à existência da...
13/11/2025

Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno —
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar —
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
[…]
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência,
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o Mundo.

Fernando Pessoa ‘Poemas Inconjuntos’, in 𝘗𝘰𝘦𝘮𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘈𝘭𝘣𝘦𝘳𝘵𝘰 𝘊𝘢𝘦𝘪𝘳𝘰
Ilustr. Olga Badulina (Finlândia)

"O terapeuta deve ter em mente que o paciente está ali para ser tratado e não para verif**ar uma teoria." Carl Gustav Ju...
12/11/2025

"O terapeuta deve ter em mente que o paciente está ali para ser tratado e não para verif**ar uma teoria."

Carl Gustav Jung

QUANDO A MENTE NÃO ENCONTRA PAUSA .O pensamento repetitivo é como um disco riscado na mente — uma ideia, lembrança ou pr...
08/11/2025

QUANDO A MENTE NÃO ENCONTRA PAUSA .

O pensamento repetitivo é como um disco riscado na mente — uma ideia, lembrança ou preocupação gira em círculos, voltando sempre ao mesmo ponto, sem permitir descanso. Todos nós, em algum momento, experimentamos isso: repassar uma conversa, imaginar diferentes desfechos para algo que já aconteceu, tentar prever o futuro ou entender o que poderíamos ter feito diferente.
Embora pensar sobre o passado ou planejar o futuro possa ser útil, o pensamento repetitivo se torna prejudicial quando perde o propósito e passa a aprisionar a pessoa em um ciclo de ruminação. Nesse estado, a mente tenta resolver algo insolúvel ou encontrar segurança em meio à incerteza, mas acaba alimentando ansiedade, culpa ou tristeza.
Do ponto de vista psicológico, esse padrão costuma estar associado a transtornos como ansiedade generalizada e depressão, mas também pode surgir em períodos de estresse intenso ou perda. O grande desafio é reconhecer quando o pensamento deixa de ser produtivo e se transforma em um hábito mental desgastante.
Aprender a lidar com o pensamento repetitivo exige autocompaixão e presença. Práticas como a meditação, a escrita reflexiva e a terapia cognitivo-comportamental podem ajudar a observar os pensamentos sem se prender a eles. Ao trazer a atenção para o presente e aceitar o que não pode ser mudado, é possível abrir espaço para novas perspectivas e silenciar, aos poucos, o ruído da mente.

Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

AS EMOÇÕES E OS TRAUMAS .As emoções são respostas naturais do nosso organismo diante das experiências da vida. Elas não ...
08/11/2025

AS EMOÇÕES E OS TRAUMAS .

As emoções são respostas naturais do nosso organismo diante das experiências da vida. Elas não são boas ou ruins — são sinais. Cada emoção carrega uma função adaptativa: o medo protege, a raiva delimita, a tristeza convida ao recolhimento e à reflexão, e a alegria estimula o vínculo e a expansão. Quando conseguimos reconhecer e nomear o que sentimos, abrimos espaço para compreender o que está acontecendo dentro de nós.
O trauma surge quando uma experiência é intensa demais para que o sistema psíquico consiga processar naquele momento. Em vez de ser integrada à memória de forma saudável, essa vivência f**a “congelada” — como se uma parte de nós permanecesse presa no passado. Isso pode se manifestar em sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia, dificuldade de confiar ou se entregar nas relações, além de sensações corporais de tensão ou vazio.
A psicoterapia tem um papel fundamental nesse processo. O ambiente terapêutico oferece um espaço seguro para que o que foi reprimido possa emergir de maneira gradual e tolerável. O objetivo não é reviver a dor, mas ressignificá-la, ajudando o cérebro e o corpo a entenderem que o perigo já passou.
A cura emocional ocorre quando conseguimos integrar as partes fragmentadas de nossa história. Quando passamos a olhar para o que sentimos sem julgamento, com curiosidade e empatia, o que antes era sintoma começa a se transformar em autoconhecimento.
O processo não é linear. Há dias de avanço e dias de retração. Mas, pouco a pouco, o que antes era ferida vai se tornando compreensão. O trauma perde força à medida que encontramos recursos internos e externos para lidar com o que antes parecia insuportável.
Reconhecer as emoções e cuidar dos traumas é, em última instância, um ato de reconexão com a própria vida. É permitir que o corpo, a mente e a história se alinhem novamente — e que o passado deixe, enfim, de comandar o presente.

Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

(...) O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto e...
23/10/2025

(...) O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto em que não distingue nenhuma verdade nem em si, nem nos outros e, portanto, passa a desrespeitar a si mesmo e aos demais [...] Aquele que mente para si mesmo é o primeiro que pode se sentir ofendido.

— Fiódor Dostoiévski, no livro “Os Irmãos Karamazov”. (Primeira parte. Livro II: Uma reunião inoportuna [Cap II: O velho palhaço]”. (Editora 34 [Coleção Leste]; 3.ª edição [2012]).

"O homem contemporâneo não consegue perceber que, apesar de toda a sua racionalização e toda a sua eficiência, continua ...
23/10/2025

"O homem contemporâneo não consegue perceber que, apesar de toda a sua racionalização e toda a sua eficiência, continua possuído por 'forças' além do seu controle. Seus deuses e demônios absolutamente não desapareceram; têm apenas novos nomes. E conservam-no em contato íntimo com a inquietude, apreensões vagas, complicações psicológicas, uma insaciável necessidade de pílulas, álcool, fumo, alimento e, acima de tudo, com uma enorme coleção de neuroses."

Carl Jung

MENTE PENSANTE Se a sua mente não para, se os pensamentos vêm em ondas, se você sente que está sempre analisando tudo......
22/10/2025

MENTE PENSANTE

Se a sua mente não para, se os pensamentos vêm em ondas, se você sente que está sempre analisando tudo... respira. Isso não é fraqueza. Isso é sinal de que você sente profundamente, se importa de verdade e quer acertar. Mas você não precisa carregar o mundo sozinho.
Sim, sua mente é intensa. Ela imagina, questiona, antecipa. Às vezes, ela te faz reviver momentos que já passaram, e sofrer por cenários que talvez nunca aconteçam. Mas você não é refém dos seus pensamentos. Você é mais forte do que imagina.
Respire. Volte para o agora. A vida está acontecendo aqui, neste momento. Não no que foi, nem no que será. Liberte-se da necessidade de entender tudo, resolver tudo, controlar tudo. Há coisas que só se revelam com o tempo. E tudo bem.
Você não precisa pensar menos para viver melhor. Precisa apenas aprender a acolher seus pensamentos com gentileza, sem se prender a todos eles. Nem tudo o que sua mente diz é verdade. Nem tudo o que ela teme vai acontecer.
Você tem o direito de descansar. De viver com mais leveza. De confiar mais na vida. A mente pensante, quando aliada ao coração confiante, se torna uma força poderosa. E você já tem tudo dentro de si para seguir em frente com coragem.
Se hoje está difícil, não se cobre tanto. Um passo de cada vez. Uma respiração por vez. Uma escolha de paz por vez.
A calma não é ausência de pensamento — é presença de consciência.
Você não está sozinho. Você está crescendo. E tudo isso que sua mente vive agora, um dia será a base da sua sabedoria.

Silvia guerreiro

Há momentos na vida em que a alma parece cansada. O brilho do mundo se apaga, e até as pequenas alegrias do cotidiano pe...
22/10/2025

Há momentos na vida em que a alma parece cansada. O brilho do mundo se apaga, e até as pequenas alegrias do cotidiano perdem o sentido. A depressão, muitas vezes, é isso: um grito silencioso do coração que clama por descanso, por cura, por reconexão.
Espiritualmente, a depressão pode ser vista como um chamado profundo à interioridade — um tempo de travessia no deserto da alma. Não é punição, nem falta de fé. É uma dor real, que habita o invisível. Assim como o corpo adoece, a alma também pode se ferir, especialmente quando não ouvimos seus sussurros por muito tempo.
Há quem, nesse estado, se sinta distante de Deus, de si mesmo, do mundo. Mas é justamente aí, no vale mais escuro, que o divino se faz ainda mais presente, mesmo que em silêncio. Deus não se afasta da dor — Ele caminha junto, mesmo quando não O sentimos. Em muitos momentos, o próprio silêncio de Deus é um abraço misterioso que sustenta.
Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, é ato de coragem e fé. Fé de que existe luz após a escuridão. Fé de que a alma pode florescer novamente, mesmo após o inverno mais rigoroso. Terapias, apoio médico, oração, meditação, conversas sinceras com pessoas de confiança — tudo isso pode ser caminho de cura.
Se você está enfrentando a depressão, lembre-se: você não é sua dor. Você é muito mais — é alma em crescimento, é coração em busca de sentido, é espírito que, mesmo ferido, ainda pulsa. Permita-se ser cuidado. Permita-se ser amado. E quando não conseguir orar, chorar, ou sequer levantar — apenas respire. Deus entende a linguagem do silêncio.
A luz não desaparece. Às vezes, ela apenas está encoberta por nuvens. Mas ela continua lá — e voltará a brilhar. Sempre.

Hipnoterapeuta Silvia Guerreiro

Freud explicou a idealização como um processo que envolve o objeto; sem alterar sua natureza, ele é ampliado e psiquicam...
20/08/2025

Freud explicou a idealização como um processo que envolve o objeto; sem alterar sua natureza, ele é ampliado e psiquicamente aprimorado. Muitas vezes, ideias e qualidades que lhe faltam são atribuídas ao objeto, atributos da necessidade de vê-lo completo. Quando a idealização se esvai, surgem conflitos com a realidade.

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