Viver o luto sem lutas

Viver o luto sem lutas Consultório de Psicologia Clínica vocacionado para pessoas a viver lutos ou perdas significativas. Do Latino Coelho 87. 1050-134 Lisboa

VIVER O LUTO SEM LUTAS: Consultório de Psicologia Clínica vocacionado para crianças, adolescentes e adultos a viver um luto ou perdas significativas e que necessitem de apoio psicológico para que essas experiências sejam uma marca, não um trauma.
» Consultório #1: Av. de Matarraque 390A r/c. 2785-696 S.Domingos de Rana
» Consultório #2: R.

Partilho uma excelente reflexão da minha colega Susana Robin, sobre o impacto emocional da guerra.
14/03/2022

Partilho uma excelente reflexão da minha colega Susana Robin, sobre o impacto emocional da guerra.

Hoje partilhamos uma reflexão da Dra. Susana Robin, sobre o impacto que o contexto actual de Guerra e Pandemia tem sobre nós e o que podemos fazer acerca disso. Nos últimos tempos tenho ouvido muitos pacientes expressarem um grande sentimento de impotência que se traduz numa sensação de falta ...

25/02/2022

Hoje respondemos a mais uma questão que nos foi colocada através das redes sociais: A Psicologia e Psiquiatria devem estar associadas? Entenda as diferenças entre Psicologia e Psiquiatria, nomeadamente diferenças de modelo e abordagem, no texto abaixo escrito pela Dra. Filipa Roncon. Se quiser c...

"Beijinhos, Maria Perego, para ti também!" Faleceu a criadora do Topo Gigio. (1924-2019)
09/11/2019

"Beijinhos, Maria Perego, para ti também!"
Faleceu a criadora do Topo Gigio. (1924-2019)

O boneco "Topo Gigio" foi criado pela italiana Maria Perego em 1969. Gigio tornou-se rapidamente um sucesso em Itália, sendo exportado para diversos países, ...

Pensando ainda sobre o dia de todos os santos/"o dia dos finados" da europa judaico-cristã ou "el día de los mu***os" do...
03/11/2019

Pensando ainda sobre o dia de todos os santos/"o dia dos finados" da europa judaico-cristã ou "el día de los mu***os" do México ou o "Halloween" da América do Norte... Creio que o mais fascinante não é ver as diferenças culturais ou reagir às apropriações de tradições de outras culturas na nossa. Creio que o mais fascinante é haver um dia, todos os anos, em que de uma forma colectiva, consciente ou inconscientemente, pensamos na morte. Podemo-nos rir dela, podemos angustiarmo-nos com ela. Até podemos zangarmo-nos com o facto de um dia deixarmos de existir (pelo menos neste corpo, tempo e espaço). Mas a verdade é que a única certeza que temos na vida é que um dia vamos morrer. Aceitar esta verdade é extremamente libertador.
Nos últimos tempos tenho procurado "dançar com a morte" no meu coração. A minha morte não me angustia. A morte dos que amo já me dá mais trabalho neste trilho de aceitação... Não se ultrapassa a morte de alguém que amamos. Aprendemos a viver com a morte de alguém que amamos.
Da minha experiência é um processo que requer tempo para nós, tempo para a nossa "tribo" e muita auto-compaixão. Embora seja um processo interior, por vezes doloroso, é altamente criativo.
Que recordações quero guardar desta pessoa? Que gestos ou acções de quem faleceu vou repetir e que me fazem sentir vivo? Que lugares quero visitar, que músicas quero escutar, que comidas quero comer, que novos rituais quero criar e que me fazem sentir ligado a esta pessoa? O que lamento não ter feito ou não ter dito? O que quero agradecer por a ter conhecido? A quem quero agradecer pelo bem que fez a esta pessoa? Que lições aprendi com ela? E também ousar pensar noutras direcções: O que não quero recordar desta pessoa? De que expectativas dela sobre mim me quero libertar? O que ainda tenho que perdoar? Que caminhos diferentes quero trilhar?
Dançar com a morte é um processo fascinante!
Chamem-lhe o que quiserem. Ainda bem que há o dia de todos os santos, día de los mu***os ou halloween.

20/10/2019

Uma semana cheia de vida para todos.
Filipa Roncon | Psicóloga Clínica

A relação com o nosso pai é marcante (pela positiva, negativa ou pela ausência, mas sempre marcante) Este texto remete p...
18/10/2019

A relação com o nosso pai é marcante (pela positiva, negativa ou pela ausência, mas sempre marcante) Este texto remete para o que perdemos quando o nosso pai morre. E o que ganhamos? O que guardamos?

"Não importa quantos anos tenhamos ou quão bom ou mau esse relacionamento com o pai tenha sido. Mesmo um pai distante ou ausente deixa um profundo vazio e um acúmulo de sentimentos e emoções difíceis de processar."

Viver o luto sem lutas está de luto. Embora o luto seja, para mim, um lugar de saudade, poder acompanhar o meu familiar ...
02/07/2019

Viver o luto sem lutas está de luto.
Embora o luto seja, para mim, um lugar de saudade, poder acompanhar o meu familiar até ao último suspiro, faz do luto um lugar de paz, de gratidão por tudo o que vivemos juntos.
Filipa Roncon

Um princípio tão simples e no, entanto, que implica tanta coragem para ser posto em prática! Coragem, etimologicamente  ...
21/06/2019

Um princípio tão simples e no, entanto, que implica tanta coragem para ser posto em prática!
Coragem, etimologicamente significa "agir com o coração". Pois, que saibamos agir com o coração.
Bom fimdesemana a todos.
Filipa Roncon | Psicóloga clínica

Façam o mesmo a quem amam, enquanto podem, enquanto há tempo, e extravasem o amor, generosamente. Nada dura para sempre, nem vocês.

Há algo belíssimo quando um conjunto de pessoas anónimas e sem qualquer ligação aparente se une. É exactamente isso que ...
19/04/2019

Há algo belíssimo quando um conjunto de pessoas anónimas e sem qualquer ligação aparente se une.
É exactamente isso que sinto sempre que vou ao IPO. Mesmo sem falarmos, todos estamos ali pela mesma razão. Nos olhares, nas pequenas ajudas, nas informações que trocamos gera-se uma sensação de união, uma empatia tão silenciosa quanto real.
Ali não importa se somos homens ou mulheres, velhos ou novos, endinheirados ou pelintras, heterossexuais ou homossexuais, académicos ou self-made-men, a viver num T5 ou a viver debaixo da ponte, de esquerda ou de direita, cristãos ou ateus, vegetarianos ou sedentos de carne.
Ali somos todos seres humanos. Perante uma doença grave, as diferenças deixam de ter importância. A doença humaniza-nos.

Filipa Roncon | Psicóloga - Terapeuta do Luto e das Perdas

Endereço

Tires

Telefone

+351926657119

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