Psicologia Holistica

Psicologia Holistica Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicologia Holistica, Psicólogo/a, Avenida Rocha Paris, 79, Viana do Castelo.

Maria Filomena Abreu - Psicóloga Clínica 🇵🇹
📍Consultas presenciais em Viana do Castelo e Online
🧠𝐏𝐬𝐢𝐜𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐂𝐥í𝐧𝐢𝐜𝐚 [Univ.Minho-Braga]
🧠𝐇𝐢𝐩𝐧𝐨𝐬𝐞 [IPH-Porto]
🧠𝐓𝐞𝐫𝐚𝐩𝐢𝐚 𝐑𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐯𝐚[Brian Weiss,Roma]
🪬Reiki

“Somos opostos…eu gosto de proximidade, mas ele/ela diz que sou sufocante. Mas quando me afasto, vem sempre atrás. Não e...
11/01/2026

“Somos opostos…eu gosto de proximidade, mas ele/ela diz que sou sufocante. Mas quando me afasto, vem sempre atrás. Não entendo nada!”

“A nossa relação é de loucos, tanto estamos muito bem como estamos muito mal.”

“Já tentamos terminar tantas vezes, mas a verdade é que acabamos sempre por f**ar juntos, isso deve signif**ar alguma coisa não deve?!

Quantas vezes já ouviram a frase “os opostos atraem-se”?

Esta frase e as acima já as ouvi inúmeras vezes no meu consultório, e não pelos melhores motivos. É que o resultado desta atração é geralmente uma explosão emocional tão grande que quem está neste tipo de relação f**a “embriagado”, e sem saber como sair.

Geralmente nestas situações existem duas pessoas com dois estilos de vinculação (apego) diferentes, “opostos” : de um lado alguém muito ansioso que procura proximidade e, do outro lado, alguém, que pode ser também ansioso, mas que evita o compromisso/ a intimidade a todo o custo.

Só que, adivinhem, como ambos querem uma relação, quando um se afasta muito o outro corre atrás. E andam nisto vezes e vezes sem conta.

Geralmente o evitante foge e o ansioso corre atrás.

Quando o ansioso se cansa (porque o evitante pode estar muito tempo sem contactar, podendo até dar Ghosting), o evitante quando sente que o ansioso não corre atrás dele volta para “picar o ponto”. Se o ansioso continuar lá, o jogo reinicia.

Ambas as pessoas precisam de terapia. De uma forma geral, o ansioso para aprender a colocar e respeitar limites, e o evitante para aprender a confiar nas pessoas.

As relações são funcionais quando são complementares, quando existem aspectos em comum (para que ambos se encontrem) e aspectos diferentes/opostos para que aprendam um com o outro.

Respeito, responsabilidade afectiva e intimidade não são negociáveis, e têm de ser comuns.

Se não há respeito não há amor.

Não podemos dizer que amamos alguém quando vemos o outro apenas como um objecto para amar ou “desamar”, e excluímos a nossa identidade.

Antes de dizerem que amam alguém, questionem-se:

Amam a pessoa que vocês são?

Só seremos capazes de amar quando tivermos amor-próprio.

▫️ Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

Esta pessoa NÃO É TUA AMIGA se:1. Só aparece quando precisa de conselhos ou favores em momentos difíceis; 2. Quando está...
07/01/2026

Esta pessoa NÃO É TUA AMIGA se:

1. Só aparece quando precisa de conselhos ou favores em momentos difíceis;

2. Quando estás triste ou com problemas não presta muita atenção nem valida o que sentes e rapidamente começa a falar dos seus próprios problemas;

3. Aproxima-se de ti apenas quando percebe que pode ter benefícios financeiros;

4. Só mostra interesse pela tua vida quando percebe que pode retirar benefícios para si própria.

5. Tem de ser tudo como quer, usa a amizade como prova de lealdade “somos amigos, não fazes isso por mim?!”, mesmo que te esteja a deixar desconfortável.

6. Raramente está presente nos momentos importantes da tua vida (aniversários, festas), ou quando está, diz que está “mal” e precisa da tua atenção, “amizade”.

7. Trata-te de forma diferente, dependente do grupo social em que está.

8. Mente a outras pessoas, é desonesta, falta ao respeito a colegas de trabalho, parceiros românticos, outros amigos, mas diz que nunca te vai tratar mal porque a vossa amizade é especial.

9. Quando estás em baixo pode tentar colocar para cima, mas quando estás “em cima” sentes que te coloca para baixo.

10. Não se interessa como estás. As conversas são quase sempre sobre a sua vida, e não mostra interesse pela tua vida.

A amizade não é uma transação. Aliás, até nas transações deve existir uma troca justa. Valor por valor.

O que tens recebido em troca das tuas amizades?

As amizades devem ser relações recíprocas, em que ambos dão e recebem.

Como costumo dizer muitas vezes, para termos amigos temos também de saber ser amigos.

Um exercício importante quando estamos a conhecer uma pessoa é ver a forma como esta trata as pessoas que tem ao seu redor, inclusive as pessoas a que chama de amigos.

A forma como essa pessoa trata os outros prediz a forma como te irá tratar a ti.

E agora vocês perguntam-me:

Mas e se alguém nos trata mal, devemos tratar essa pessoa bem?

Eu respondo :

Devemos tratar-nos bem e não perder muito tempo com quem nos trata mal.

As relações só são saudáveis se existir respeito. Se não há respeito não há viabilidade de relação.

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

“Chamar alguém de b***o não te torna mais inteligente”O que dizemos acerca de alguém, diz mais sobre nós mesmos do que d...
06/01/2026

“Chamar alguém de b***o não te torna mais inteligente”

O que dizemos acerca de alguém, diz mais sobre nós mesmos do que da outra pessoa.

Quando estamos a tecer um comentário sobre alguém estamos a basear-nos na nossa percepção sobre o problema.

Quando fazemos um julgamento, sobre uma pessoa ou sobre algo que aconteceu, é baseado nas nossas crenças, valores, ideais em relação ao problema.

Se a sua crítica for com o propósito de ajudar o outro, se for para o tornar melhor, critique mas construtivamente, aponte soluções, alternativas, para o ajudar.

Uma crítica é útil quando nos permite melhorar, quando nos permite evoluir como seres humanos.

Criticar apenas para apontar o erro, para julgar, serve apenas para libertar emoções negativas que a pessoa tem dentro de si, que apenas lhe pertencem. Liberta, mas não resolve a sua causa, o que faz com que mantenha essa espiral de “crítica gratuita”.

A crítica é importante para evoluirmos como pessoas, antes de criticarmos o outro devemos olhar primeiro para nós próprios; questione-se:

Porque é que o outro o incomoda?

Porque é que o defeito do outro interfere com o seu bem estar?

O único mundo que podemos mudar é o nosso mundo.

Acredite, se nós mudarmos, o mundo nossa volta, os outros, mudam connosco...eu costumo dizer que o efeito da mudança é contagioso, experimente!

Boa semana, pessoas bonitas!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.com

Esta fotografia foi tirada em 2017, em Roma.Quase 10 anos depois, continuo a olhar para ela com um enorme sentido de gra...
05/01/2026

Esta fotografia foi tirada em 2017, em Roma.

Quase 10 anos depois, continuo a olhar para ela com um enorme sentido de gratidão.

Foi um dos últimos workshops europeus do Dr. Brian Weiss, psiquiatra formado em Yale e Columbia, um dos grandes nomes a nível mundial da Terapia de Regressão a Vidas Passadas. Um momento importante do meu percurso profissional.

Tal como no início do meu percurso, o Dr. Brian Weiss começou como um psiquiatra tradicional e bastante céptico, até perceber que muitos dos sintomas dos seus pacientes não encontravam explicação apenas nesta vida. A partir daí, desenvolveu um trabalho profundo e transformador, que ajudou milhares de pessoas em todo o mundo.

Não é preciso acreditarmos todos em vidas passadas.

Tal como nos sonhos, o nosso inconsciente tem outras formas de se expressar, pode ser entendido como linguagem metafórica…o que importa é que a experiência acontece, e os efeitos sentem-se.

Passados quase 10 anos continuo a trabalhar com Hipnose e Terapia de Regressão, em:

• sessões individuais;

• sessões de grupo;

Com o objetivo único de ajudar a libertar emoções, reduzir ansiedade, trazer mais tranquilidade e aumentar o bem estar da vida das pessoas, se essa for a sua vontade.

Se sentir curiosidade, se lhe fizer sentido, experimente 😊

▫️Maria Filomena Abreu | Psicóloga Clínica | Hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.pt

Existe uma ideia, quase romântica, e muito influenciada por questões morais e religiosas, que a maioria de nós ouviu des...
04/01/2026

Existe uma ideia, quase romântica, e muito influenciada por questões morais e religiosas, que a maioria de nós ouviu desde sempre, que devemos ser sempre bons para todos. Mas ideia que a bondade será recompensada e que, se tratarmos bem os outros, eles farão o mesmo nem sempre é verdade. Ser bom não garante respeito, e há pessoas que, consciente ou inconscientemente, se aproveitam da generosidade alheia.

Mas, se existem algumas pessoas que vêem a bondade como uma qualidade que merece ser valorizada e retribuída, existem outras que podem encará-la como uma fraqueza ou até como uma oportunidade para tirar partido.

Por exemplo, imagine que no trabalho está a ajudar sempre aquele colega que nunca retribui, isso pode levar ao esgotamento. Nas relações amorosas, perdoar repetidamente comportamentos que magoam pode fazer com que a outra pessoa se sinta confortável em não mudar e continue a fazer o mesmo. Na família, dizer “sim” a tudo para evitar discussões pode ser um convite para que as suas próprias necessidades sejam ignoradas.

Ser bondoso é uma qualidade, mas, sem limites, pode tornar-se contraproducente. Damos, ajudamos e compreendemos, mas acabamos por sentir que não recebemos o mesmo de volta. Isso não é culpa nossa. Muitas vezes esperamos que os outros ajam como nós agiríamos, mas cada pessoa responde de acordo com as suas próprias vivências e intenções, que nem sempre estão alinhadas às nossas.

A verdadeira paz não vem de agradar a todos, mas de ser justo consigo mesmo. Dizer “não” não é egoísmo; é honestidade. Estabelecer limites não nos faz menos bondosos; protege-nos de relações desequilibradas. Ser uma boa pessoa não signif**a aceitar tudo, mas agir com respeito pelos outros e por si próprio.

É bons sermos bondosos, mas nunca à custa dos nossos limites. Algumas pessoas irão entender e retribuir. Outras, talvez não. E está tudo bem. Porque ser justo consigo mesmo é o alicerce de qualquer relação saudável.

Bom Domingo! ♥️

Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e Hipnoterapeuta

O ano mudou, e nós?!Como é que nós podemos mudar?“-Ah, Filomena…mas se eu mudar vou deixar de ser quem sou! E os outros?...
02/01/2026

O ano mudou, e nós?!

Como é que nós podemos mudar?

“-Ah, Filomena…mas se eu mudar vou deixar de ser quem sou! E os outros? Não se mudam? Porque tenho de ser eu?”

Pois é, muitas pessoas têm receio de mudar porque têm medo de perder a sua individualidade, de deixarem de ser quem são.

Porém, mudar não signif**a que deixamos de ser quem somos, que vamos perder a nossa identidade.

Mudar pode signif**ar escolher abandonar, deixar para trás, o que não nos traz felicidade; e, sobretudo, “abraçar” as pessoas e projectos que nos fazem ser o melhor de nós.

Alguém, algo que lhe faz bem, é aquele, ou aquilo, que lhe permite ser a pessoa que é e o ajuda, lhe permite, ser ainda mais feliz, tal e qual como é.

Mudar pode signif**ar “apenas” não forçar situações ou pessoas, deixar ir o que não lhe acrescenta e f**ar com o essencial, sem se perder da sua identidade.

Por vezes, não convencer ninguém a f**ar pode ser a única coisa que precisa mudar.

Quantas vezes tentou mudar-se para caber no mundo pequeno de alguém?!

Por vezes, a única mudança que precisa é “não mudar”, e permitir que o outro se mude.

Bom ano para todos! ♥️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.pt

01/01/2026

Bom 2026…simples sem complicações! 🤍

Há uma frase que uso muitas vezes, com os meus pacientes em consulta: “Não devemos tomar grandes decisões quando estamos...
30/12/2025

Há uma frase que uso muitas vezes, com os meus pacientes em consulta:

“Não devemos tomar grandes decisões quando estamos inundados de emoções.”

É, para mim, quase uma espécie de um mantra que acredito que todos devíamos adoptar.

Não temos de decidir tudo ao minuto, não temos de viver tudo para ontem.

Este peso não vem apenas de dentro, mas também da sociedade, que nos pressiona a resolver tudo rapidamente, como se parar ou hesitar fosse um erro. Mas não é.

Na verdade, essa confusão já é um sinal importante – um indicador de que o nosso corpo e mente precisam de uma pausa.

Quando as emoções nos inundam – seja ansiedade, medo ou raiva – a nossa visão sobre a situação f**a turva. As decisões que forem tomadas neste estado raramente são as mais acertadas.

Por isso, sempre que possível, é essencial respeitarmos o tempo necessário para processarmos o que sentimos.

Claro que há momentos em que não podemos adiar e somos obrigados a decidir rapidamente. Mas mesmo nessas situações, devemos tentar escolher o que nos causa menos dano.

Já em questões que não são urgentes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é permitir um tempo de descanso, deixarmos as nossas emoções serem libertadas, para que a mente recupere a clareza e o corpo também descanse. Sentir também dói, e precisamos libertar essa dor e depois deixar o corpo recuperar, se não o fizermos o dano será maior.

Recolhermo-nos não é um sinal de fraqueza, mas um gesto de respeito por nós mesmos.

Quando nos permitimos pausar, conseguimos criar espaço para compreender melhor o que sentimos e, a partir daí, tomarmos decisões que realmente nos fazem sentido.

Por isso, sempre que se sentir inundado de emoções, lembre-se: parar não é fraqueza. Parar é sabedoria.

Neste final de ano, não é porque o ano está a acabar que tem de decidir seja o que for, ou melhor, decidir parar pode ser a decisão mais acertada para depois escolher o que realmente quer para si e para a sua vida!

Bom descanso! ☺️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e Hipnoterapeuta

“Agora estou a aproveitar o momento.”  “Quando for o momento certo, tomo uma decisão.”“Para já, estamos bem assim, sem c...
29/12/2025

“Agora estou a aproveitar o momento.”

“Quando for o momento certo, tomo uma decisão.”

“Para já, estamos bem assim, sem compromisso .”

“O que ninguém sabe, também ninguém estraga.”

Quantas vezes já ouviu (ou disse) frases como estas?

Estas frases são comuns entre pessoas que permanecem em relações que não as levam a lugar nenhum. Seja numa relação clandestina, como amante, ou à espera que o outro se decida, há quem prefira f**ar num “comboio errado” porque ele é quentinho, confortável, familiar, e evita o desconforto de enfrentarmos o desconhecido.

Mas, quanto mais tempo passarmos neste tipo de comboio, mais tempo vamos demorar a chegar ao nosso verdadeiro destino.

Esse tipo de relação que parece “temporária” pode facilmente tornar-se permanente, e um dia acorda a perceber que passou anos num lugar que não o fez crescer, não foi respeitado, nem recebeu o amor que merecia.

Há uma pergunta que costumo fazer aos meus pacientes quando estão neste tipo de relação:

Quanto tempo está disposto a permanecer numa relação que não é recíproca?

Será que está mesmo a “aproveitar o momento”, ou está a permitir que alguém se aproveite de si porque tem medo de decidir sozinho a sua própria vida?

Escolher sair deste comboio pode ser desconfortável e assustador no início, mas é a única forma de encontrarmos o nosso verdadeiro caminho.

Não tenham medo de descer.

Às tantas nem está num comboio a sério, está naquelas pistas de comboios de brincar, em que a linha é circular e volta ao mesmo e a paisagem é só uma sala fechada.

Se não consegue sair do comboio, vá vendo o seu reflexo na janela…a paisagem é a mesma, só a sua cara mudará…f**ará mais velho, com mais rugas, o cabelo f**ará branco…quer chegar ao final da sua vida e dizer que a única coisa que mudou na sua vida foi isso?

Mude de comboio…antes que seja tarde de mais!

Boa semana!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e Hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.pt

Existem inúmeros estudos que relatam os benefícios do riso, não só a nível mental mas também para a saúde em geral, já q...
28/12/2025

Existem inúmeros estudos que relatam os benefícios do riso, não só a nível mental mas também para a saúde em geral, já que estimula o sistema imunitário, ajudando a prevenir o aparecimento de doenças.

Mas será que podemos treinar o riso? Como se fosse um exercício diário para melhorar a nosso bem estar?!

Claro que sim!

Os estudos indicam mesmo isso. Não importa se o motivo para rir é “real” ou “imaginado”, o que importa é mesmo rir.

E, quanto mais nos rirmos, mais e maiores risos surgirão e o nosso riso será mais fácil.

Aqui estão algumas sugestões para treinar o riso:

Partilhar momentos divertidos com os outros, sejam amigos, colegas, familiares ou até desconhecidos;

Contar aos seus amigos aqueles episódios embaraçosos e insólitos que lhe aconteceram,

Quando ouvir alguém rir, ria também,

Quando alguém sorrir, sorrir de volta,

Rodear-se de pessoas com bom sentido de humor, que o façam rir,

Aprenda a rir de si próprio;

Existe ainda outra técnica que é infalível: quando alguém for desagradável consigo, e se não souber o que dizer, e para não ser desagradável também ...sorria para dentro!

Às vezes, pode não ser adequado externalizarmos o nosso riso, mas se tiver treinado o riso, vai ver que o seu interior vai sorrir muitas mais vezes, mesmo sem precisar de “mostrar os dentes”.

Mas, quando puder, não se esqueça, sempre que haja oportunidade: dê uma boa gargalhada.

Tenham um dia sorridente! 😁

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.pt

27/12/2025
Quantas pessoas procuram nas bruxas, videntes, no misticismo, respostas para o mau-olhado, protecção da inveja, por cons...
27/12/2025

Quantas pessoas procuram nas bruxas, videntes, no misticismo, respostas para o mau-olhado, protecção da inveja, por considerarem a inveja um dos piores males deste mundo?

Mas porque é que nos preocupamos com aqueles que nos invejam; quando, na verdade, o invejoso é aqui o elo mais fraco.

A inveja é a raiva, a frustração, porque alguém não conquistou, não tem algo que vê no outro.

Invejar é desejar aquilo que o outro tem; ninguém inveja algo que não se tem.

Inveja é, portanto, o mesmo que dizer: “Eu sou inferior àquele que eu invejo.”

Por outro lado, quem se lamenta de forma constante que é “vítima de inveja” também não sai desse papel de vítima, desse medo constante, que lhe roubem a felicidade, ou os seus bens.

No fundo tanto o invejoso como o que se sente invejado são os dois infelizes.

São mais parecidos do que o que pensam.

Para ambos os casos, o remédio é o mesmo.

Na verdade, tanto o invejoso como aquele que se diz vítima de inveja, sofrem do mesmo mal: vivem a sua vida em função do outro, daquilo que o outro tem ou pensa.

- Filomena, qual é então a solução? - perguntam vocês.

Substituam inveja por admiração.

Em vez de invejar ou sentir-se invejado; admire e seja admirado.

Se é o invejoso: olhe para as conquistas do outro como um desafio ou a prova que você também poderá atingir os seus objetivos se lutar por eles.

Se se sente invejado: olhe para quem observa os seus passos, como sendo um admirador; sinta-se uma inspiração para as pessoas. Mas, também não fique centrado nisso; continue o seu caminho sem se ofuscar pelas luzes da ribalta.

Faltam poucos dias para o ano 2025 terminar...mas acredite, está sempre a tempo de fazer a mudança que quer ver no outro!

Um dia cheio de admirações para todos!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica

▫️www.psicologiaholistica.pt

Endereço

Avenida Rocha Paris, 79
Viana Do Castelo
4900-494

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Psicologia Holistica publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicologia Holistica:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria