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Maria Filomena Abreu - Psicóloga Clínica 🇵🇹
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Sabem o que são “indirectas”?Acho que toda a gente conhece a expressão, são formas de comunicar, umas mais irónicas que ...
19/04/2026

Sabem o que são “indirectas”?

Acho que toda a gente conhece a expressão, são formas de comunicar, umas mais irónicas que outras, em que a pessoa tenta transmitir o que sente mas de forma pouco explícita e assertiva. É como se atirasse papéis ao ar à espera que determinada ou determinadas pessoas os apanhem.

Em vez de se falar na primeira pessoa, as pessoas que recorrem a este tipo de comunicação usam a terceira pessoa para falar de alguém mesmo estando no mesmo espaço, à espera que “a carapuça sirva”.

E depois?

O que acontece é que geralmente a outra pessoa sente-se atacada, o assunto faz ressonância com ela, e tenta defender-se.

E depois, adivinhem…quem emitiu a indirecta diz que não estava a falar de ninguém em específico (na verdade não estava) o que causa ainda mais mal estar na pessoa que reagiu.

Com as redes sociais este fenómeno das “indirectas”, “bocas” aumentou ainda mais porque se pode falar de tudo e todos sem a responsabilidade de assumirmos nada.

Na verdade quem fala através de indirectas tem um medo enorme do compromisso, da responsabilidade, é alguém inseguro, com medo, com dificuldade em assumir o que quer para si mesmo; é alguém que não sabe o que quer para a sua vida e anda em fuga permanente a procurar conflito e a falar da vida dos outros.

Quando alguém lhe falar de forma pouco objectiva, não responda. Lembre-se: não é sobre si! A menos que a questão seja dirigida a si de forma objectiva, ignore. Se a pessoa questionar se percebeu, responda: “Não, não percebi, podes explicar-me melhor?!” E depois solicite especificidade.

Quando nos sentimos seguros na nossa pele, não é qualquer crítica (directa ou indirecta) que nos afecta.

Se uma indirecta fez ressonância consigo, mexeu com as suas emoções, faça essa reflexão interior:

“Porque é que isto me incomoda?”

Não é ao outro que tem de fazer essa pergunta, não é o outro que tem lhe lhe dizer o que deve fazer para se sentir melhor, o outro nem consegue falar objectivamente sobre o que pensa quanto mais ajudá-lo a si a ser uma pessoa melhor.

Rodeie-se de verdade e honestidade, mas não se esqueça: comece por si!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

Frequentemente é mais fácil sentirmos empatia, oferecermos a nossa presença, quando alguém está numa posição mais vulner...
18/04/2026

Frequentemente é mais fácil sentirmos empatia, oferecermos a nossa presença, quando alguém está numa posição mais vulnerável que nós.

Estendemos a mão, oferecemos a nossa presença, mais facilmente, quando alguém está caído, quando alguém está doente, quando alguém é derrotado.

E quando alguém vence? E quando alguém conquista? E quando alguém cresce, pessoalmente e profissionalmente? Como é que lidamos com esse crescimento?

Quantos de nós conseguem estar na presença de alguém que venceu? Quantos de nós , mesmo estando “lá em baixo, conseguem aplaudir o crescimento do outro?

As verdadeiras amizades, os verdadeiros amigos, as pessoas que nos amam, são aquelas que nos ajudam, nos oferecem ajuda, quando nos sentimos derrotados mas que também permanecem ao nosso lado quando vencemos, e partilham da felicidade das nossas vitórias.

Quem gosta de nós pode estar triste, pode não estar lá em cima ao mesmo tempo que nós, mas irá sorrir, aplaudir o nosso crescimento, porque a tristeza dele f**a mais atenuada quando isso acontece.

O amigo verdadeiro não só f**a lá de baixo a aplaudir, como acaba por “subir” através do aplauso, porque não f**a mais pequeno com a alegria do outro, cresce com ela!

Quando uma a amizade é verdadeira, quando uma relação é recíproca e genuína, as tristezas partilhadas diminuem, mas as alegrias partilhadas promovem o crescimento de todos.

Partilhem esta mensagem com os vossos amigos, com as pessoas que amam, ou guardem para voltarem a ler quando quiserem 🧡

Um bom fim de semana, tranquilo e cheio de partilhas para todos!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

▫️www.psicologiaholistica.pt

Hábitos, do ponto de vista da psicologia e das neurociências, são rotinas comportamentais que possuem automação, consist...
17/04/2026

Hábitos, do ponto de vista da psicologia e das neurociências, são rotinas comportamentais que possuem automação, consistência e resistência.

Quando o comportamento é AUTOMÁTICO, já nem “pensamos” nele; quando estamos sempre a REPETIR, é sempre feito da mesma forma e quando temos DIFICULDADE EM FAZER DIFERENTE , resistimos, então este comportamento é um HÁBITO.

O ideal era só termos hábitos bons, comportamentos que nos ajudem a sermos saudáveis, por exemplo: lavar os dentes, tomar banho, fazer exercício, comer saudável. Imaginem tudo isto sem pensar.

Crianças que sempre lavaram os dentes e tomaram banho diariamente chegarão à idade adulta com esse hábito, nem pensarão sobre o mesmo.

Agora imaginem alguém que desde sempre comeu mal, nunca fez exercício? Isso mesmo, o hábito, será o comportamento que faz mal ao corpo!

Imaginem que desde crianças, vocês estão “habituados” a comer um chocolate sempre que se portarem bem. Já sabem o que vos vai acontecer na vida adulta, não já?!

Se ninguém vos der o chocolate vocês mesmo o comprarão!

Os hábitos são tão fortes, que num estudo feito com ratinhos, os investigadores recompensavam primeiro os ratos sempre que corriam na roda com chocolate, até estarem “habituados”. depois misturavam o chocolate com uma substância que provocava náuseas.

Sabem o que aconteceu?

Para a surpresa de todos, os ratinhos continuaram a correr mesmo que a recompensa não fosse tão agradável.

Isto explica o porquê dos vícios , que na verdade são hábitos, serem tão difíceis de parar.

O cérebro tem aquele circuito tão marcado, como se fosse uma auto-estrada, que precisaria de muita REPETIÇÃO E CONSISTÊNCIA para criar um novo hábito.

Quando sentir que está em “piloto automático”, que esse comportamento vai gerar uma sequência de comportamentos previsíveis, pare, faça diferente.

Modif**ar o ambiente pode ajudar.

Imagine que tem o hábito de comer um doce mal acorda. Para quebrar o hábito, não tenha doces em casa, e coloque por exemplo um copo de água na sua mesa de cabeceira, esse copo vai lembrar-lhe que tem de beber água e não comer o doce.

Boas mudanças!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

16/04/2026

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: “- Bateu-te porquê?”Até às crianças, desde cedo, se pergunta isso quando se queix...
16/04/2026

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer:

“- Bateu-te porquê?”

Até às crianças, desde cedo, se pergunta isso quando se queixam que alguém lhes bateu…

Mas agora eu pergunto-vos: existe algum motivo que justifique violência?

O problema é que perguntas “explicativas” acabam por ser julgadoras porque têm por trás uma hipótese implícita: a de que pode existir uma razão que explique, ou até legitime, a agressão, e acabam por invalidar a vítima.

E agora vocês perguntam:

- “Mas, Filomena, como é que podemos perguntar sem ofender?”

Então vamos fazer uma reflexão todos:

Quando perguntamos algo a alguém, queremos verdadeiramente compreender o que aconteceu, ou estamos a apenas a tentar encaixar o outro nas nossas próprias hipóteses?

Por exemplo, na psicologia forense, este cuidado é essencial. Sabiam que os psicólogos forenses e profissionais da justiça evitam perguntas fechadas, sugestivas ou julgadoras, não por falta de rigor, mas precisamente porque sabem que a forma da pergunta pode influenciar respostas e até contaminar memórias?!

Por isso, e usando novamente este exemplo, em vez de se perguntar “Porque é que te bateu?” ou “O que fizeste para isso acontecer?”

Devemos perguntar: “O que aconteceu?” ou “O que é que se passou?”

Perguntas abertas não partem de pressupostos, não induzem respostas, não deslocam responsabilidades, não emitem julgamentos, não ofendem.

Este não é um princípio exclusivo do contexto forense, aliás é extremamente útil até para o nosso dia a dia.

Questionar uma pessoa não é um chat com o chat gpt, onde vale tudo. Há um humano do outro lado também, tal como nós, que sente.

A forma como questionamos pode validar ou magoar, esclarecer ou distorcer, já pensaram nisso?!

Da próxima vez que quiser fazer uma pergunta a alguém pense:

Será que está mesmo disponível para ouvir o outro, ou quer confirmar apenas aquilo que está a pensar ?

O verdadeiro questionamento não deve estar centrado apenas em nós, nas nossas suposições ou interpretações. Deve estar no outro, naquilo que o outro viveu, sentiu e tem para dizer. E é aí que começa a compreensão.

Compreenderam? ☺️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

Quando duvida do quer dizer, do que fazer; está a dar ouvidos ao que os outros pensariam, diriam, ou fariam sobre o assu...
15/04/2026

Quando duvida do quer dizer, do que fazer; está a dar ouvidos ao que os outros pensariam, diriam, ou fariam sobre o assunto?

Ou está a emitir a sua opinião baseada em todas as suas vivências?

Ouvir os outros pode ser importante, mas é apenas uma perspectiva que pode, ou não, ser levada em consideração na tomada de decisão.

A decisão final é sempre sua.

A vida é sua, não do outro.

Ouça opiniões mas guarde apenas as que o ajudam a ser um melhor ser humano; tudo o resto, agradeça e deixe na caixinha de sugestões.

Lembre-se as opiniões dos outros são apenas sugestões, não são factos ou ordens.

Existem pessoas que podem f**ar “chateadas” consigo se não seguir as sugestões delas, quando lhes coloca limites. Essas pessoas, no fundo, não querem dar sugestões estão a querer dar “ordens”. Mas ninguém lhes pediu isso.

Nestes casos, agradeça a preocupação e responda:

“Vejo que estás preocupado com a minha situação; agradeço a tua sugestão, irei refletir e tomar a decisão que me fizer sentir bem. Sei que queres o melhor para mim, escolherei o que for melhor para mim também.”

Uma boa semana para todos! ☺️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta


💌Guarde esta mensagem para se lembrar como responder a pessoas que gostam muito de “opinar” sobre a vida alheia ou envie para um amigo que precise de aprender a colocar limites para f**ar mais “levezinho”.

Hoje é um dia “especial” para mim…é o meu aniversário cronológico, ou como gosto de lhe chamar…desaniversário!Há uns tem...
13/04/2026

Hoje é um dia “especial” para mim…é o meu aniversário cronológico, ou como gosto de lhe chamar…desaniversário!

Há uns tempos li que, nos aeroportos, conseguiram diminuir as reclamações pelo tempo de espera das malas… não porque aumentaram a velocidade dos tapetes, mas porque aumentaram o caminho até eles. As pessoas caminham mais, pensam menos… e quando chegam, “esperam menos”…incrível não é?!

O ser humano, que inventou o tempo, acaba por ser vítima da sua própria invenção…

Mas a verdadeira questão não é o tempo, nunca foi; é o que decidimos fazer com ele…

Olhando para trás, sempre me senti mais velha do que a minha idade cronológica, conversas muito superficiais aborreciam-me…acho que a minha palavra “preferida” sempre foi o “porquê”…

Durante muitos anos quis perceber o porquê de tudo, o que me levou a muitas críticas de terceiros mas também a muitos elogios. Na verdade, este questionamento tem-me ajudado muito… sobretudo a deixar de querer saber o porquê de tudo! Não é engraçado este paradoxo?

Há perguntas às quais não querer saber a resposta é o melhor que temos a fazer…

A cada ano que passa… tenho muitos porquês… mas vivo melhor sem resposta para muitos deles…

Talvez o mistério da vida seja esse… aprender a viver com o mistério…

E porque escrevo isto hoje?

Porque tenho menos um ano de vida… não me perguntem porquê, mas tenho…

É o meu aniversário.

E sabem o que vou fazer?

Viver… para além dos porquês da vida!

Porquê?! Simplesmente…porque sim! ☺️

Com amor, Filomena.♥️

P.S.: Obrigada a todos vocês, sobretudo a quem partilha esta passagem de tempo comigo de forma, relativamente, tranquila sem acharmos que estamos todos à espera de uma mala num aeroporto! 😄

Sabiam que muitos dos conflitos, nas relações, não surgem por falta de amor, mas pela forma como os nossos corpos, biolo...
12/04/2026

Sabiam que muitos dos conflitos, nas relações, não surgem por falta de amor, mas pela forma como os nossos corpos, biologicamente, respondem?!

Fala-se pouco disto, mas, de uma forma geral, existem dois modos naturais de estarmos nas relações: a espontaneidade e a responsividade.

A espontaneidade acontece quando o impulso vem de dentro. O desejo surge por si, sem aviso nem razão aparente.

Num momento íntimo, por exemplo, algumas pessoas poderão sentir vontade de tocar ou iniciar contacto, simplesmente porque sentem.

A responsividade, por outro lado, surge como reacção ao outro.

Para algumas pessoas, o desejo só surge depois de serem tocadas, olhadas, ou convidadas com presença emocional.
Não se trata de falta de vontade, é apenas o corpo que precisa de um estímulo externo para agir.

Nas amizades também é fácil notar esta diferença.

Há quem envie mensagens sem pensar muito, quem proponha cafés, conversas. E há quem responda com carinho, mas quase nunca tome a iniciativa.

No cérebro, estas formas de funcionar têm origens distintas.

A espontaneidade está mais associada à dopamina, a chamada “hormona da motivação, do prazer, da procura de novidade, do impulso imediato.

A responsividade está mais ligada à oxitocina, a hormona que nos leva a procurar segurança, ligação emocional e confiança antes de nos abrirmos aos prazeres.

Mas atenção, nenhum de nós é só uma coisa. Estes dois modos podem coexistir, diria até que é o mais equilibrado.

Podemos ser espontâneos nalguns contextos e responsivos noutros. Isso pode mudar com o tempo, com o tipo de relação, com a fase da vida ou até com o estado emocional do momento.

Claro que existem situações em que pode não ser unicamente a biologia, há uma tendência. Mas, importa é reter que estas diferenças podem não ser propriamente pessoais. São também biológicas. Têm que ver com ritmos internos, com formas diferentes de sentir e de aceder ao desejo.

O que é que verdadeiramente importa? Que cada um respeite o seu ritmo, sem atropelar ou travar o outro, encontrar um equilíbrio onde ambos se possam encontrar.

Bom Domingo! 💜

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

“Eu queria chorar, mas não chorei.”“Em vez de chorar, fui forte.”Ainda se ouve dizer aos mais pequeninos: “não chores, j...
11/04/2026

“Eu queria chorar, mas não chorei.”

“Em vez de chorar, fui forte.”

Ainda se ouve dizer aos mais pequeninos: “não chores, já passou”; “tens de ser forte”; “és um homenzinho/mulherzinha, já não precisas de chorar”.

Embora a intenção dos adultos seja diminuir o sofrimento, acabam por impedir a criança de libertar a emoção, fazendo-a acreditar que a tristeza é “má”, uma “fraqueza”.

A inibição do choro pode originar baixa autoestima, isolamento, tristeza profunda, desvalorização.

A verdade é que a tristeza, tal como a alegria, faz parte do ser humano. As lágrimas são o banho da alma. Todos temos o direito de chorar, de lavar a alma, de f**armos tristes.

Quando a criança chorar, ou qualquer pessoa chorar, permita a libertação do choro, conforte, mostre a sua presença: “estou aqui, podes chorar comigo”.

Não force o contacto físico. Perceba como a criança reage ao toque.

Quando o choro cessar, permita que fale do que sente. Reconheça que o choro também é “amigo”, é uma forma do corpo falar.

E sim, os adultos também podem chorar em frente das crianças, mas não enquanto estas choram. Nesses momentos, devemos ser suporte. Mais tarde, podemos mostrar que também sentimos e choramos. Assim damos o exemplo: é seguro sentir.

Bom fim de semana, tranquilo e sentido para todos! 🤍

Maria Filomena Abreu – psicóloga clínica e hipnoterapeuta
www.psicologiaholistica.pt

Seja nas relações de amizade, seja nas relações amorosas, é esperado que exista verdade entre os elementos.Quando as rel...
10/04/2026

Seja nas relações de amizade, seja nas relações amorosas, é esperado que exista verdade entre os elementos.

Quando as relações são superficiais, ou quando existe medo da perda, as pessoas tendem a dizer apenas o que o consideram que o outro gostaria de escutar com o intuito de manter a relação. Este tipo de comportamento é muito frequente no estado de paixão, sedução, em que se faz as “vontades” todas do outro com o objectivo de conquistar a sua atenção (basta ver os rituais de acasalamento no mundo animal).

Contudo, para estabelecer uma relação a longo prazo, importa a verdade e a aceitação. Cada um dos elementos deve ter espaço para exprimir as suas necessidades e não apenas viver em função das necessidades do outro.

Por vezes, nas relações, existem momentos em que as necessidades dos elementos colidem; nestes casos importa compreender que as necessidades de um não podem prevalecer sobre as necessidades do outro (a menos que estejamos a falar de crianças). Ainda assim, ninguém consegue satisfazer as necessidades do outro se não tiver as suas necessidades satisfeitas.

Costumo dizer sempre: Ninguém poderá oferecer oxigênio a alguém se o seu próprio oxigênio está na reserva. Aliás, num avião, e nas regras de “socorrismo”, primeiro temos sempre de garantir a nosso própria segurança, vida, e depois a dos outros.

Ninguém é egoista porque decide cuidar de si também.

Ninguém é amigo, se não souber ser amigo de si mesmo.

Cuide-se para cuidar.

Um amigo verdadeiro não irá cobrar, irá agradecer. Afinal de contas a amizade não são só dois dias! 🙂

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

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09/04/2026

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