19/02/2026
A verdadeira razão pela qual o seu familiar com demência está a recusar comer, pode não ser o que pensa.
Prepara a refeição. Insiste. Tenta convencer.
E ele diz que não tem fome.
Começa a frustração.
Começa a dúvida.
Começa a culpa.
Mas há uma fase da demência em que o cérebro deixa de interpretar corretamente os sinais internos do corpo.
A fome existe.
A sede existe.
O desconforto existe.
O corpo envia o sinal.
O cérebro já não o consegue reconhecer.
E é aqui que começa o risco silencioso:
– desidratação
– perda de peso
– agravamento de doenças que começam com dor ou mal-estar que já não consegue identificar nem comunicar.
O que parece recusa pode ser uma falha de perceção.
Em muitos casos, ainda é possível trabalhar esta capacidade e adaptar a rotina alimentar para reduzir risco e desacelerar o impacto funcional.
Se quer perceber o que ainda pode fazer de forma estruturada e orientada, envie mensagem privada. 🙌🏽