Liliana Martins, Psicóloga Clínica

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Dizem que um abraço não muda o mundo.Mas há dias em que é a única coisa que impede o nosso mundo de cair em pedaços. Hoj...
25/02/2026

Dizem que um abraço não muda o mundo.
Mas há dias em que é a única coisa que impede o nosso mundo de cair em pedaços.

Hoje quero contar-te sobre o que acho do Punch.
Um abraço pequeno para uma dor imensa.

Num zoológico no Japão vive Punch, um macaquinho que foi rejeitado pela mãe ainda bebé. Sobreviveu porque cuidaram do seu corpo. Mas ninguém consegue cuidar totalmente da ausência de colo. E crescer sem aquele primeiro olhar, sem o calor que diz “tu estás seguro comigo”, deixa um vazio que não se explica, sente-se.

Quando tentaram aproximá-lo de outros da sua espécie, ele ficava à margem. Não sabia como se aproximar. Não confiava. Não entendia os sinais. Como tantas pessoas que aprenderam cedo demais que o mundo pode falhar, Punch protegia-se ficando sozinho.

Até que um dia lhe deram um macaco de peluche 🧸

Desde então, ele anda sempre com ele apertado contra o peito. Dorme com ele. Descansa com ele. Protege-o como se fosse vivo.
Para muitos, é só um brinquedo.
Para o Punch, é o abraço que não teve.

Aquele pedaço de pano tornou-se o seu porto seguro. O seu regulador. A sua forma de dizer ao corpo: “não estás sozinho agora”.

E talvez a parte mais bonita e mais humana desta história seja esta:

Quantas vezes já fomos nós o Punch?

Quantas vezes nos agarrámos a algo aparentemente pequeno, uma camisola com cheiro familiar, uma fotografia antiga, uma mensagem que lemos vezes sem conta, uma rotina que repetimos religiosamente, só para conseguir respirar melhor?

Não é fraqueza.
É sobrevivência emocional.

Todos precisamos de um lugar onde pousar a dor. Todos precisamos de algo ou alguém que nos ajude a atravessar o medo até conseguirmos, aos poucos, confiar outra vez.

Punch não escolheu a sua história.
Mas escolheu segurar-se ao que lhe trazia co***lo.

E às vezes é assim que a cura começa:
não com força, não com discursos motivacionais, mas com um abraço, ainda que de pelúcia, que nos ajuda a não desistir de nós ❤️

Hoje falo-vos sobre a forma como a nossa identidade pode ser moldada, ou até distorcida, pelas expectativas dos outros. ...
04/08/2025

Hoje falo-vos sobre a forma como a nossa identidade pode ser moldada, ou até distorcida, pelas expectativas dos outros. Quando nos colocamos perante um espelho com o desejo de agradar, de corresponder, de caber no molde que alguém (ou a sociedade) construiu para nós, o reflexo torna-se pesado, crítico, até doloroso. Não porque o espelho mente, mas porque o olhar que lançamos sobre nós deixa de ser nosso 🤍

Nesse momento em que deixamos de nos ver com os nossos próprios olhos pode ser uma das maiores fontes de sofrimento interno. É o ponto em que começamos a duvidar da nossa autenticidade, a comparar constantemente, a medir-nos por padrões que nem sempre fazem sentido para quem realmente somos ✨

Mas o espelho, em si, não é o “fantasma”. Ele apenas reflete. O que o torna cruel é o julgamento que colocamos por trás do nosso olhar. Quando nos olhamos com ternura, com aceitação, com o desejo genuíno de nos reconhecer e não de nos avaliar, o espelho pode ser um espaço de encontro com a nossa verdade, não de confronto com os nossos medos ✨

Então, se um dia o espelho parecer cruel contigo, talvez a pergunta não seja “O que está errado comigo?”, mas sim “De quem é esse olhar que estou a usar agora?”.
E aí, talvez, seja hora de reaprender a ver-te com os teus próprios olhos, com respeito, com tempo, e com amor.

E aí, ele deixa de ser cruel. E passa a ser só nosso!

Com carinho,
Liliana Martins 🤍

E se eu te dissesse que errar faz parte de um ser humano? Todos nós crescemos a ouvir que não podíamos falhar. Que errar...
26/07/2025

E se eu te dissesse que errar faz parte de um ser humano?

Todos nós crescemos a ouvir que não podíamos falhar. Que errar era sinal de fraqueza, de descuido…mas, na verdade, é que o erro é uma parte natural e muito necessária do caminho.

Quando vivemos com medo de errar, deixamos de tentar.
Deixamos de experimentar, de nos permitir começar algo novo, de sermos espontâneos.

Esse medo deixa-nos menores… vai apagando partes lindas e verdadeiras de quem somos.

Mas não precisas de viver assim.

✨ Tu podes desacelerar.
✨ Podes respirar.
✨ Podes lembrar-te que não estás sozinho.

Errar não te faz menos digno de amor, de respeito ou de recomeços.

Permita-te. Um passo de cada vez.
A vida não exige perfeição, exige presença.

Com carinho,
De mim para ti 🤍

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Vila Nova De Famalicão

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