17/02/2026
No Carnaval, tiramos um tempo para nos fantasiar.
Mas quantas vezes, fora dele, já se viu obrigado a esconder quem é?
Desde pequenos, aprendemos a “ser fortes”, a “fazer boa figura”, a não incomodar.
Resultado? Crescemos a empilhar máscaras — até que deixamos de saber quem somos sem elas.
A boa notícia? Nenhuma máscara é definitiva.
Com coragem, e com as ferramentas certas, é possível despir o que já não faz sentido — e viver com mais leveza, verdade e paz interior.
Neste Carnaval, permita-se um mergulho para dentro.
Conheça-se sem filtros. Cuide-se sem máscaras.
A hipnose é um caminho para isso — e estou aqui para o acompanhar.