Psi Claudia Farias

Psi Claudia Farias Mais de 18 anos ajudando famílias e adolescentes a se reconectarem
🧠 Psicóloga | Educadora Parental

A vida tem Domingos e vida.Aproveite com quem você ama.❤️
03/15/2026

A vida tem Domingos e vida.
Aproveite com quem você ama.❤️

Claudiaflix 🎬 | “Beautiful Boy” (Querido Menino, 2018)Esse é um filme para assistir com maturidade — e com o coração fir...
03/13/2026

Claudiaflix 🎬 | “Beautiful Boy” (Querido Menino, 2018)
Esse é um filme para assistir com maturidade — e com o coração firme.

“Beautiful Boy” acompanha a história de um pai (Steve Carell) tentando salvar o filho (Timothée Chalamet) da dependência química. E o que mais impacta aqui não é só o vício em si, mas tudo o que ele provoca ao redor:

recaídas, esperança, exaustão emocional, tentativas de resgate e o amor que insiste mesmo quando parece não haver controle.

É um retrato honesto de algo que muitas famílias vivem em silêncio: a sensação de impotência… e, ao mesmo tempo, o desejo de não desistir.

📌 Por que vale assistir?
ajuda pais a entenderem que dependência não é “falta de caráter”

mostra o desgaste real do núcleo familiar
traz uma visão realista sobre recuperação (que pode ser longa e instável)
faz pensar sobre presença, limites e suporte

📚 O filme é baseado em histórias reais, a partir das memórias do pai e do filho (David Sheff e Nic Sheff).

📺 Disponível no Prime Video.
Se você é pai/mãe de adolescente, ou convive com alguém que enfrenta questões de risco, este filme pode abrir reflexões importantes — sem romantização e sem exagero.

💬 Se você assistir, me conte: qual foi a cena que mais te marcou?
Clique no link da bio e descubra de que forma podemos caminhar com você nessa jornada .

🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

A conversa não começa com acusação. Começa com vínculo.Começa com experiências e trocas diárias, comentando a vida, valo...
03/12/2026

A conversa não começa com acusação. Começa com vínculo.

Começa com experiências e trocas diárias, comentando a vida, valores e criando códigos da família para fortalecer a identidade do adolescente.

Você não precisa medo de “falar errado” ou de provocar conflito.

Para que o diálogo não vire interrogatório… ou silêncio.

O vínculo é o que mantém você como referência mesmo quando o adolescente se fecha.

Se você quer apoio para conduzir essas conversas com firmeza e vínculo, eu tenho uma comunidade gratuita no WhatsApp com pais de adolescentes, onde orientamos esse tema com responsabilidade e sem romantização.

O link está na bio.

Clique no link da bio e descubra de que forma podemos caminhar com você nessa jornada .

🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

03/11/2026

Os estudos em prevenção são muito claros sobre uma coisa:

o que mais protege um adolescente não é só regra. É ambiente.

Alguns fatores familiares aparecem repetidamente como altamente protetivos:

✅ comunicação aberta
✅ presença emocional dos pais
✅ regras claras (coerentes e sustentadas)
✅ identidade familiar forte
✅ supervisão sem invasão

Por isso, antes mesmo de entrar em cannabis, álcool ou v**e, existe um passo anterior e ele é poderoso:

fortalecer o clima da casa com pequenas conversas diárias.

E não precisa ser “conversa séria” todo dia.
Precisa ser conversa real.
Sobre como foi a escola.
Sobre amizades.
Sobre escolhas.
Sobre pressões.
Sobre valores.

Essas conversas simples constroem algo que o adolescente precisa muito nessa fase: um espaço seguro de troca.

E quando esse espaço existe, os pais conseguem criar o que eu gosto de chamar de “códigos da família”.
Princípios que guiam a casa. Algo como:

Na nossa família:

nós cuidamos do nosso corpo

nós falamos a verdade

nós pedimos ajuda quando precisamos

nós pensamos nas consequências das nossas escolhas

Quando a identidade familiar está fortalecida, o adolescente passa a ter uma referência interna, não apenas regras externas.

E é exatamente aí que as conversas difíceis f**am mais naturais:
porque o vínculo já foi construído antes do conflito.

Se você tivesse que escolher um “código da sua família” para fortalecer a partir de hoje, qual seria?

Clique no link da bio e descubra de que forma podemos caminhar com você nessa jornada .

🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

A gente traz a proposta de conversas difíceis mas também traz estratégias porque a construção começa antes e se você não...
03/11/2026

A gente traz a proposta de conversas difíceis mas também traz estratégias porque a construção começa antes e se você não está começando esse canal segue para você também!
Vem e f**a por aqui.
Comenta se isso acontece na sua casa?
Claudia Farias

03/09/2026

Muitos pais ainda olham para cannabis e pensam: “isso é coisa do passado”.
Mas o cenário mudou e a forma de consumo também.

Hoje, cannabis pode aparecer associada a v**e, cartuchos, óleos e produtos com concentrações muito mais altas de THC do que aquela referência antiga que muitos adultos ainda têm na cabeça.

E não foi só o produto que mudou.
O acesso também mudou.

Antes, era preciso “encontrar alguém”.
Hoje, existe cultura digital, influência, marketing disfarçado e uma sensação de “cara de normal” em alguns ambientes.

Nas últimas décadas, as políticas de prevenção também passaram a discutir um ponto realista: algumas pessoas vão usar. E aí entra um conceito importante: redução de danos, que não signif**a aceitar, mas sim reduzir riscos, prevenir consequências graves e proteger saúde, especialmente quando o adolescente já teve contato.

Por isso, mais do que reagir com pânico ou minimizar com ingenuidade, os pais precisam de clareza e direção para conversar, orientar e se manter referência.

💬 Esse tema já apareceu, direta ou indiretamente, na sua casa?

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🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

Não normalize. Não negligencie. Não culpe, mas não aceite.Essa frase pode parecer dura num primeiro olhar, mas ela é, na...
03/06/2026

Não normalize. Não negligencie. Não culpe, mas não aceite.

Essa frase pode parecer dura num primeiro olhar, mas ela é, na verdade, um mapa para pais que querem educar com maturidade.

Não normalize: porque não é “só uma fase” que a gente ignora. Substâncias têm riscos reais, físicos, emocionais e legais. E quando a família trata como normal, o adolescente entende que não é tão sério assim.

Não negligencie: porque esperar “dar um problema” para conversar costuma sair caro. Se você não ocupa esse espaço com orientação, alguém ocupa e nem sempre com valores que você deseja para o seu filho.

Não culpe: porque culpa desorganiza a casa. Culpa humilha, distancia, e muitas vezes empurra o adolescente para o silêncio. O que protege é presença, vínculo e direção.

Mas não aceite: porque amor não é omissão. Amor é condução. É ter valores claros, limites claros e a coragem de intervir quando necessário, com firmeza e dignidade.

A adolescência é um território de risco e de construção.
Pais presentes não controlam tudo, mas também não assistem de longe.

Se esse tema já está tocando sua casa, você não precisa atravessar isso sozinho(a).

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🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

Muitas vezes, a negligência não está apenas no que fazemos.Ela também aparece no que evitamos.Quando deixamos de falar, ...
03/05/2026

Muitas vezes, a negligência não está apenas no que fazemos.
Ela também aparece no que evitamos.

Quando deixamos de falar, de orientar, de nomear temas importantes, corremos o risco de entregar nossos filhos ao silêncio, à confusão e às influências de fora.

E a adolescência não espera.

As dúvidas chegam.
As pressões aparecem.
Os convites existem.
Os conteúdos circulam.
As referências se multiplicam.

Por isso, ser diligente na educação não é viver em estado de alerta extremo.
É aproveitar as oportunidades do cotidiano para formar, orientar e abrir espaço para conversas que protegem.

Conversas difíceis nem sempre serão confortáveis.
Mas elas podem ser honestas, maduras e profundamente educativas.

Cada diálogo aberto com presença e responsabilidade fortalece vínculo, constrói consciência e mostra ao adolescente que existe um adulto disposto a permanecer ali.

Educar também é isso:
não fugir do desconforto quando ele pode se transformar em direção.

💬 Na sua casa, qual conversa importante você sente que precisa ser iniciada ou retomada?

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🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

Álcool na adolescência é um tema que exige atenção e também maturidade emocional dos pais.Muitas famílias deixam essa co...
03/04/2026

Álcool na adolescência é um tema que exige atenção e também maturidade emocional dos pais.

Muitas famílias deixam essa conversa para depois, porque não sabem como começar.

E eu entendo isso.

Mas a prevenção mais importante não começa no medo.

Ela começa no vínculo.

Quando existe um ambiente seguro em casa, o adolescente pode até resistir, testar, se fechar por momentos…

mas ele sabe que há direção, presença e espaço para conversar.

E isso faz toda diferença.

📌 Dados oficiais recentes mostram que o consumo de álcool entre adolescentes continua sendo uma realidade tanto nos EUA quanto no Brasil.

Por isso, o nosso papel como pais não é apenas reagir, é construir base antes da crise.

💬 Me conta: esse é um tema fácil ou difícil de conversar aí na sua casa?

Clique no link da bio e descubra de que forma podemos caminhar com você nessa jornada .

🧠 Cláudia Farias | Psicóloga e Educadora Parental

FONTES OFICIAIS:
CDC — **Youth Risk Behavior Survey (YRBS) 2023**: 22% dos estudantes do ensino médio relataram consumo de álcool nos últimos 30 dias.

IBGE / PeNSE 2019 (divulgação oficial): 63,3% já experimentaram álcool; 28,1% consumiram nos últimos 30 dias; 34,6% antes dos 14 anos.

Hoje começamos esse assunto aqui e quero te convidar s ir fundo… Entre no nosso grupo de pais de adolescente e venha faz...
03/04/2026

Hoje começamos esse assunto aqui e quero te convidar s ir fundo… Entre no nosso grupo de pais de adolescente e venha fazer a diferença!😉
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Quem Sou

Esposa do Tilo, mãe da Marina e do Vini que tem 10 anos de diferença entre eles, o que me fez amar cada fase da vida. Sou Coach há mais de 10 anos pela Sociedade Brasileira de Coaching e Especialista em Coaching Parental pela Parent Coaching Brasil. Mestranda em Coaching aqui nos Estados Unidos, aplicando todos os conhecimentos da Gestão de Pessoas, Psicologia Organizacional, Psicologia Positiva e das Neurociências. Voluntária em vários projetos no Brasil para desenvolver jovens em suas comunidades e uso a experiência de 18 anos de treinamento e desenvolvimento de pessoas para mudar vidas.

O Coach Parental foi o feliz encontro que tive na profundeza de enxergar no Executive Coaching e no Life Coaching que o ser individual, pertencente a um núcleo familiar precisa tratar essas relações com todo o respeito e cuidado porque essa será a base para toda a sua vida. Cada fase, cada conquista e frustração nos mostra que é a partir da família, ou até mesmo da falta dela que vamos entender o indivíduo, o seu desenvolvimento e como ele usa os recursos e experiências para sua própria vida.

Valores

Meus valores me levaram a viver uma vida cheia de verdades, sem nunca me faltar: