Terra & Ruschel - Medicina Funcional

Terra & Ruschel - Medicina Funcional ▪️Dra. Fabiana Terra
▪️Dr. Rodrigo Ruschel
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A SOP mudou de nome.E isso é muito maior do que parece.O termo “síndrome dos ovários policísticos” sempre foi limitado p...
05/14/2026

A SOP mudou de nome.
E isso é muito maior do que parece.

O termo “síndrome dos ovários policísticos” sempre foi limitado para descrever uma condição que vai muito além dos ovários.

Agora, após um consenso global envolvendo especialistas, pesquisadores e pacientes de mais de 50 organizações internacionais, a SOP passa a se chamar SOMP/PMOS — Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (Polyendocrine Metabolic Ovarian Syndrome).
A mudança foi publicada no The Lancet e apresentada no European Congress of Endocrinology 2026.

E, honestamente, faz sentido.

Porque reduzir a SOP a “cistos no ovário” sempre foi cientif**amente pobre.

Muitas mulheres com SOP nunca tiveram cistos ovarianos relevantes.
Enquanto outras conviviam diariamente com:

• resistência à insulina
• inflamação metabólica
• hiperandrogenismo
• fadiga
• compulsão alimentar
• dificuldade de emagrecer
• acne
• queda de cabelo
• infertilidade
• ansiedade e alterações de humor

Ou seja: o ovário nunca foi o centro da história.

O novo nome reconhece que estamos falando de uma condição endócrina, metabólica e sistêmica — e não apenas ginecológica.

Isso muda a forma de enxergar a paciente.

Porque tratar SOMP não deveria signif**ar apenas “regular menstruação” ou “passar anticoncepcional”.

Estamos falando de metabolismo, inflamação, saúde cardiovascular, composição corporal, saúde mental e risco futuro de diabetes tipo 2.

A medicina finalmente começa a chamar a doença pelo nome que ela merece.

E talvez isso explique por que tantas mulheres passaram anos ouvindo que “seus exames estavam normais” enquanto o corpo claramente dizia o contrário.

Hormônios não devem ser avaliados de forma isolada.Antes de pensar em prescrição, é preciso entender o que está acontece...
05/13/2026

Hormônios não devem ser avaliados de forma isolada.
Antes de pensar em prescrição, é preciso entender o que está acontecendo no corpo como um todo.

Composição corporal, resistência à insulina, qualidade do sono, inflamação e estilo de vida influenciam diretamente no funcionamento hormonal e nos sintomas que o paciente sente no dia a dia.

Muitas vezes, o desequilíbrio não começa no hormônio.
Ele começa na rotina, no metabolismo e nos hábitos que silenciosamente afetam todo o organismo.

Saúde de verdade exige uma visão integrada, individualizada e estratégica. Porque tratar exames sem olhar o contexto é ignorar a raiz do problema.

Salve esse post para lembrar: equilíbrio hormonal não é sobre um número no exame, é sobre como o corpo está funcionando como um todo.

O problema não é a idade. É a perda de massa muscular.A partir dos 35 anos, o corpo começa a perder músculo naturalmente...
05/07/2026

O problema não é a idade. É a perda de massa muscular.

A partir dos 35 anos, o corpo começa a perder músculo naturalmente. E com menos músculo, o metabolismo desacelera, a gordura aumenta e a energia cai.

Isso acontece em homens e mulheres. E a maioria trata o sintoma sem investigar a causa.

Envelhecer bem não é sobre aceitar o declínio. É sobre preservar o que sustenta o corpo por dentro.

Músculo é saúde.

Me conta, você está fazendo treino de força? Está comendo a quantidade mínima de proteína?

O problema não é a idade. É a perda de massa muscular.A partir dos 35 anos, o corpo começa a perder músculo naturalmente...
05/05/2026

O problema não é a idade. É a perda de massa muscular.

A partir dos 35 anos, o corpo começa a perder músculo naturalmente. E com menos músculo, o metabolismo desacelera, a gordura aumenta e a energia cai.

Isso acontece em homens e mulheres. E a maioria trata o sintoma sem investigar a causa.

Envelhecer bem não é sobre aceitar o declínio. É sobre preservar o que sustenta o corpo por dentro.

Músculo é saúde. E saúde se constrói com estratégia.

Arraste e entenda o que está por trás da mudança que você sente no corpo.

Deixe suas dúvidas nos comentários.

04/30/2026

Existe um erro silencioso que explica por que tantas mulheres se frustram ao tentar emagrecer:

seguir estratégias construídas para o corpo masculino.

Homens e mulheres não funcionam da mesma forma. A resposta ao treino, à dieta e ao déficit calórico é diferente — e, no caso feminino, profundamente influenciada pelo ciclo hormonal.

Isso impacta energia, apetite, desempenho e recuperação. Ignorar esse contexto não é só ineficiente — é contraproducente.

Na prática, isso muda tudo.

Na fase folicular (logo após a menstruação), há maior tolerância ao treino intenso, melhor sensibilidade à insulina e mais facilidade para gerar déficit calórico.
👉 Estratégia: treinos mais intensos, progressão de carga e maior agressividade no déficit.

Já na fase lútea (principalmente na semana pré-menstrual), é comum aumento de apetite, maior retenção hídrica e queda de performance.
👉 Estratégia: ajustar calorias (principalmente carboidratos), reduzir a intensidade e priorizar consistência.

Durante a menstruação, muitas mulheres sentem queda de energia e maior desconforto.
👉 Estratégia: respeitar o corpo, adaptar o treino e focar no básico bem feito.

Percebe?

Não é sobre fazer menos. É sobre fazer certo no momento certo.

Não é falta de disciplina. Muitas vezes, é falta de estratégia.

Quando o plano respeita a fisiologia feminina, o corpo responde com mais previsibilidade, consistência e menos desgaste.

Resultado não vem de copiar protocolo.
Vem de direcionamento.

E é exatamente esse tipo de abordagem que diferencia quem tenta de quem realmente evolui.

Perfeito, mais direto e natural. O problema não é emagrecer, é como você emagrece.Quando você perde massa muscular, o me...
04/27/2026

Perfeito, mais direto e natural.

O problema não é emagrecer, é como você emagrece.

Quando você perde massa muscular, o metabolismo desacelera e f**a muito mais fácil recuperar o peso, por isso dietas muito restritivas até podem funcionar no início, mas dificilmente se mantêm.

O foco precisa ser emagrecer preservando músculo e cuidando do metabolismo. Salva esse post pra não esquecer disso.

04/24/2026

A tirzepatida (Mounjaro) tem mostrado melhora no lipedema, com redução de inchaço e dor em alguns pacientes.

Mas é importante: ela não trata diretamente a doença. Os benefícios vêm da perda de gordura e do efeito anti-inflamatório.

Cada caso precisa de avaliação individual. Você conhece alguém com Lipedema ou que usou notou melhora?

Reposição hormonal ajusta os níveis. Mas não resolve resistência à insulina, não elimina inflamação metabólica, não recu...
04/22/2026

Reposição hormonal ajusta os níveis. Mas não resolve resistência à insulina, não elimina inflamação metabólica, não recupera massa muscular perdida e não melhora a qualidade do sono.

E sem isso, o cansaço continua. Mesmo com os exames dentro do normal.

Porque hormônio sem estratégia metabólica é tratamento incompleto. Medicina de verdade não começa pela prescrição. Começa pela investigação.

Você faz reposição e ainda se sente cansada? Conta aqui nos comentários. 👇

04/17/2026

Tem conteúdos que começam leves… e terminam revelando muito mais do que parece.

Esse é um deles.

O emagrecimento virou tema central — mas nem sempre conduzido com critério.
Sintoma virou diagnóstico.
Expectativa virou indicação.

E é aí que o desvio começa.

Medicações para perda de peso são um avanço real.
Mas fora de contexto, deixam de ser tratamento.

Viram outra coisa.

O vídeo diverte.
Mas o que ele expõe merece mais do que risada.

Créditos:

Se você sente que faz tudo “certo” e mesmo assim não consegue emagrecer, talvez o problema não seja falta de esforço.O c...
04/14/2026

Se você sente que faz tudo “certo” e mesmo assim não consegue emagrecer, talvez o problema não seja falta de esforço.

O corpo não é uma conta simples. Quando o metabolismo desacelera, ele trava, economiza energia e entra em um ciclo difícil de sair.

Emagrecimento de verdade começa quando você entende o que está por trás disso.

04/10/2026

A história do Zé Felipe trouxe à tona um tema que vejo com frequência no consultório:

“testosterona baixa”

Mas aqui vai o ponto que quase ninguém fala:

isso não é algo que se diagnostica
por sintoma isolado
nem por um exame perdido no papel.

Cansaço, baixa libido, depressão, perda de massa…

podem até ter relação hormonal.
Mas também podem não ter.

E é aí que começam os erros.

O que define diagnóstico não é um número.
É contexto.
• horário da coleta e repetir coleta
• estilo de vida
• composição corporal
• histórico clínico
• interpretação correta dos exames

Sem isso, você não está tratando um paciente.
Está tratando um valor de laboratório.

E isso é perigoso.

Reposição de testosterona não é sobre “se sentir melhor rápido”.

Quando bem indicada, pode transformar qualidade de vida.
Quando banalizada, cobra um preço.

Medicina de verdade não segue tendência.
Individualiza.

Se existe dúvida, não é sobre sair tratando.
É sobre investigar do jeito certo.

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