01/26/2026
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MANIFESTO!
Eu não nasci pronta.
Eu me construí.
Carrego dentro de mim histórias que não foram fáceis de contar, mas que me ensinaram a observar, a sentir e a permanecer. Houve dias em que a ansiedade falou mais alto, em que o silêncio pesou e em que a mente tentou me convencer de que parar seria mais seguro. Eu ouvi. Eu chorei. Mas eu não desisti.
Aprendi que crescer não é ausência de dor — é decisão diária de não se render a ela.
Eu transformei confusão em estudo, medo em estratégia, feridas em conhecimento. Enquanto muitos viam fragilidade, eu desenvolvia profundidade. Enquanto o mundo pedia pressa, eu escolhi consciência. Enquanto esperavam que eu me explicasse, eu trabalhei em silêncio.
Eu não busco validação.
Eu construo valor.
Meu trabalho não nasce do acaso, nasce da vivência. Tudo o que ensino passou primeiro pelo meu corpo, pela minha mente e pela minha fé. Eu não romantizo a dor, mas honro o caminho que ela me obrigou a percorrer. Porque foi nele que encontrei clareza, propósito e visão.
Eu sei de onde venho.
E sei exatamente para onde vou.
Liberdade, para mim, não é fuga — é escolha. É poder decidir. É construir uma vida que sustente quem eu sou por dentro e o impacto que desejo deixar por fora. Eu acredito em crescimento com integridade, em prosperidade com consciência e em sucesso que não exige que eu me perca de mim mesma.
Eu sou o ponto de encontro entre sensibilidade e estratégia.
Entre espiritualidade e ação.
Entre cura e expansão.
E tudo o que ainda estou me tornando já começou no dia em que decidi não abandonar a mim mesma.