Falando De Rock & Roll

Falando De Rock & Roll Long Live Rock and Roll

Internal Exile (1991) é  o segundo álbum solo de Fish  após sua saída do Marillion, que apresenta um rock progressivo/ne...
05/03/2026

Internal Exile (1991) é o segundo álbum solo de Fish após sua saída do Marillion, que apresenta um rock progressivo/neoprog. Fish conta com vários músicos como Mickey Simmonds (teclado), Robin Boult & Frank Usher (guitarras), David Paton (baixo), Ethan Johns (bateria e percussão), David Paton, Mr Crimson, Robin Boult (backing vocals) e Maryen Cairns (Vocal), Fish lançou Internal Exile, que começa com Shadowplay que e atmosférica, com mais de 6 minutos e reflexiva, A mais famosa chega com Credo, que tem belissimo refrão e explode em um rock vibrante. Just Good Friends (Close) é uma bela balada, com entrega de vocal dramático. Favourite Stranger da uma desacelerada para algo mais introspectivo. Lucky é uma das mais animadas e com balanço pop rock Dear Friend é curta, delicada e funciona como um momento de respiro. Tongues é o momento mais experimental e agressivo. Internal Exile e uma celebração às raízes escocesas de Fish, misturando Rock Progressivo com elementos de música folclórica (Celtic Rock). Something in the Air encerra o trabalho se trata de é um bom cover do Thunderclap Newman. Internal Exile é um álbum de transição onde Fish prova que pode sobreviver sem a "máquina" Marillion. (Nota 9,00)

https://www.youtube.com/watch?v=IMulcToudFo&list=OLAK5uy_lN1wzzMP62adSjMsc8Bb8ILRe-jleAc3A&index=2

Derek Willian Dick, mais conhecido como Fish, foi vocalista da banda Marillion até 1988 e após sua saída, lançou-se em c...
05/03/2026

Derek Willian Dick, mais conhecido como Fish, foi vocalista da banda Marillion até 1988 e após sua saída, lançou-se em carreira solo, tendo lançado alguns bons trabalhos. Contando com alguns bons músicos, como Frank Usher, Hal Lindes e Janick Gers (guitarra); John Giblin (baixo); Mickey Simmonds (teclado); John Keeble e Mark Bzezcki (bateria); e Aly Bain, Gavyn Wright, Alison Jones (violino), entre outros, Fish lançou Vigil in a Wilderness of Mirrors, o primeiro trabalho solo de sua carreira. Vigil abre os trabalhos tem uma sonoridade lembrando sua ex-banda, conduzida de forma cadenciada, bom vocal (que lembra Phil Collins) e bonita melodia distribuída por seus mais de oito minutos. Bela Faixa. Big Wegde tem uma pegada mais Pop, recheada de metais, mais dançante e com bom refrão “ And we all bow down, we bow down to the Big Wedge,/And we'll buy ourselves some heaven on Earth/We sell our souls, sell our souls for Big Wedge./Are we selling out tomorrow for today?” State of Mind tem uma levada de baixo e uma pegada Pop Folk. The Company é uma bonita balada com bonitas orquestrações. A Gentleman's Excuse Me é uma balada e com bela interpretação de Fish. The Vo**ur (I Like to Watch) tem muita coisa de Peter Gabriel e foi uma faixa bônus. Family Business fala sobre violência familiar, tem belo piano, bonita interpretação vocal e grande refrão “From this family business, family business./How long does it stay, family business?/It's nobody's business, this family business,/But tell me how long it remains family business?”. View From the Hill é uma faixa que tem melodia crescente e conta com Jenick Gers. Pra encerrar os trabalhos, a bela Cliche, que conta com a participação de Hal Lindes (ex-Dire Straits). Vigil in a Wilderness of Mirrors é um grande álbum e mostra que Fish ainda tinha muito a contribuir com a musica. (Nota 9,00)

https://www.youtube.com/watch?v=gOiMciUGvsE&list=OLAK5uy_mMVag1y9L4oOgK_gfnmIfQ6Kj3ceVmb9E&index=9

05/03/2026

A ideia parece improvável à primeira vista: Twisted Sister nos palcos sem Dee Snider. Ainda assim, é exatamente isso que deve acontecer

05/03/2026

Com uma estrutura tecnológica e um cenário digno de filme de ficção científ**a, os Pet Shop Boys apresentaram-se, na noite desta terça-feira (3), na Suhai Music Hall, em São Paulo.

A dupla britânica de synth-pop, formada por Neil Tennant, Chris Lowe e banda, marcou um único show no Brasil para o país não passar batido da turnê “Dreamworld – The Greatest Hits Live”, celebrando 40 anos de carreira discográf**a do “PSB”.

🔎 Leia o resumo completo do show em nosso site!

05/03/2026
O Dave Matthews Band (DMB) é uma banda americana formada em Charlottesville, Virgínia em 1991, pelo cantor, compositor e...
05/03/2026

O Dave Matthews Band (DMB) é uma banda americana formada em Charlottesville, Virgínia em 1991, pelo cantor, compositor e guitarrista Dave Matthews e três anos depois lançou o debut, chamado Under the Table and Dreaming, misturando jazz, folk, rock e ritmos africanos. O trabalho começa com The Best of What's Around, que tem forte refrão e saxofone icônico de LeRoi Moore. O primeiro grande hit da banda chega com What Would You Say, que conta com a participação de John Popper na harmônica e pegada funk-rock. Satellite tem belo riff de guitarra e com belo vocal de Dave. Rhyme & Reason tem boa guitarra de Dave, que soa mais agressiva, além de uma seção rítmica encaixadissima de Carter Beauford (bateria) e Stefan Lessard (baixo). Typical Situation é uma faixa que cresce e f**a bem interessante. Dancing Nancies tem bom vocal de Dave e belíssimo instrumental. Ants Marching é vibrante e possui bela linha de violino de Boyd Tinsley. Lover Lay Down é uma bonita balada e com bonito saxofone. Jimi Thing tem como destaque o belo solo de saxofone. Warehouse tem tons latinos na introdução e mudanças de andamento. Pay for What You Get é mais contida e melancólica. #34 é o belo encerramento de forma instrumental. Under The Table And Dreaming é um grande debut dos americanos. (Nota 9,00)

https://www.youtube.com/watch?v=66xDgFJyDBk&list=OLAK5uy_nXgLBxQ0dk9vnndz9p4UGJHxeT5kItHwc&index=5

05/03/2026

Após o afastamento de Dee Snider por questões de saúde, os remanescentes do Twisted Sister anunciaram Sebastian Bach como substituto.

04/03/2026

20 de Março de 2026

04/03/2026

O The Troops Of Doom, banda liderada pelo ex-guitarrista do Sepultura, Jairo Guedz, acaba de anunciar que sofrerá uma mudança

Contando com Jim Kerr (vocal), Charlie Burchill (guitarra e teclado), Mel Gaynor (bateria), além dos convidados Andy Gil...
04/03/2026

Contando com Jim Kerr (vocal), Charlie Burchill (guitarra e teclado), Mel Gaynor (bateria), além dos convidados Andy Gillespie (teclados e backing vocal), Ged Grimes (baixo), Sarah Brown (backing vocal) e Clinton Outten (backing vocal), o Simple Minds lançou Big Music em 2014. O trabalho começa com Blindfolded, que tem baixo pulsante e bela linha de sintetizadores. Midnight Walking tem groove, é um pouco mais contida e bom vocal de Jim. Honest Town é uma bela homenagem à mãe de Jim Kerr e à sua cidade natal, Glasgow. A faixa-título é alegre, tem belo refrão e belo trabalho guitarristico. Human flerta com o synth-pop. Blood Diamonds é uma faixa energética e vibrante. Um consistente cover do The Call, chega com Let the Day Begin. Concrete and Cherry Blossom flerta de leve com o experimentalismo eletrônico. Imagination tem balanço clássico e envolvente. Kill or Cure tem bom riff de sintetizador e a composição de Paul Statham traz um ar de modernidade. Broken Glass Park foi lançada originalmente em uma coletânea e tem melodia crescente. O trabalho é encerrado com Spirited Away, que tem uma pegada atmosférica e levemente melancólica. Big Music é mais um bom trabalho do Simple Minds. (Nota 8,50)

https://www.youtube.com/watch?v=IQ1PNaA4p_A&list=OLAK5uy_l2pXOXYBHthrY0WB5KsCJowgRrU__1KMU&index=2

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