Centro Viveka - Rolfing Estrutural e Movimento

Centro Viveka - Rolfing Estrutural e Movimento Sessões de Rolfing Estrutural e Movimento

11/02/2026

Quem corre sabe: aumentar volume e intensidade costuma vir acompanhado de dor.

Quadril, joelho, lombar… o corpo até aguenta por um tempo, mas algo sempre começa a falhar quando a distância cresce.

O que muda de verdade não é só tratar o ponto que dói, mas entender como o corpo absorve impacto, transmite força e se organiza ao longo do movimento.

Quando isso melhora, o treino deixa de ser uma ameaça constante e passa a ser algo sustentável.

A história da Dani é um bom exemplo disso: não foi sobre correr menos, nem sobre “aguentar mais”, mas sobre o corpo finalmente conseguir acompanhar o que ela queria fazer.

Se você corre, treina ou pratica esporte e sente que a dor sempre aparece quando o treino evolui, me envie uma mensagem.

Muita gente aprende a conviver com dor como se fosse parte do pacote da vida adulta.Ela aparece no final do dia, no corp...
04/02/2026

Muita gente aprende a conviver com dor como se fosse parte do pacote da vida adulta.

Ela aparece no final do dia, no corpo cansado, no movimento encurtado e aos poucos deixa de ser questionada. Quando isso acontece, a dor vira costume.

O problema é que o corpo se organiza em cima do que é repetido.

Se a dor está sempre ali, o gesto vai se adaptando a ela, o esforço aumenta e a margem de conforto diminui. Não porque “não tem solução”, mas porque quase nunca existe espaço para olhar com mais atenção.

No consultório, o que eu vejo é que a dor não costuma ser um ponto isolado.

Ela é resultado de como o corpo está sustentando a rotina, de onde está carregando peso demais e de quanto tempo faz que ele não encontra apoio suficiente para se reorganizar.

Se você tem vivido com dor como algo normal e quer entender o que o seu corpo está tentando sinalizar, me envie uma mensagem.

Existem outras formas de habitar o próprio corpo.

28/01/2026

Quando o corpo encontra um pouco mais de conforto, muita coisa ao redor muda junto.

A relação com o dia, com o sono, com o trabalho, com o movimento… tudo f**a menos custoso.

É como se a vida começasse a exigir menos força para acontecer.

Não é só sobre dor, é sobre ter um corpo que participa da vida sem te puxar de volta o tempo todo.

Quando a estrutura se organiza, pequenas escolhas ganham leveza e gestos que antes pareciam pesados começam a acontecer com naturalidade.

Se você tem sentido que viver no próprio corpo está mais difícil do que deveria, me mande uma mensagem.

Às vezes, um pouco de organização já abre um espaço enorme.

Muita gente adia o cuidado porque imagina que só vale a pena começar quando a rotina “acalmar”.Mas o corpo não vive ness...
21/01/2026

Muita gente adia o cuidado porque imagina que só vale a pena começar quando a rotina “acalmar”.

Mas o corpo não vive nesse tempo idealizado.
Ele muda quando encontra espaço mesmo que esse espaço seja uma única sessão.

Nas sessões, vejo algo muito comum: basta um ponto de apoio para o corpo reorganizar muita coisa.

Uma sessão não resolve toda a história, mas pode abrir clareza, aliviar sobrecargas e mostrar caminhos que estavam escondidos no excesso de esforço.

E para algumas pessoas, isso já é o suficiente para retomar o próprio ritmo; para outras, é o início de um processo mais profundo.

Não existe um único jeito de cuidar, mas existe um jeito que cabe na sua rotina agora.

Se você sente que está na hora de reencontrar seu corpo, mesmo que seja começando devagar, me mande uma mensagem.

14/01/2026

É muito comum confundir conforto imediato com mudança real no corpo.

Aquilo que alivia na hora nem sempre reorganiza o gesto, nem sustenta o movimento no dia seguinte.

O corpo sabe a diferença entre uma sensação passageira e uma transformação estrutural.

O massageador pode ser útil para um cansaço pós-treino, para dar aquela “acordada” no tecido, mas isso não é o mesmo que mudar padrões de tensão, nem acessar o que realmente está restringindo o movimento.

E quando você entende isso, começa a perceber o quanto seu corpo precisa de mais clareza e não de mais intensidade.

Se você tem sentido que alívios rápidos não estão resolvendo o problema de fundo, me mande uma mensagem.

Existe um jeito mais profundo e preciso de cuidar do corpo.

É mito! Entenda o porquê aqui na legenda.Muita gente aprende a confiar mais na dor do que no próprio corpo.É comum achar...
07/01/2026

É mito! Entenda o porquê aqui na legenda.
Muita gente aprende a confiar mais na dor do que no próprio corpo.

É comum achar que, se não dói, não está funcionando e essa expectativa acaba criando uma relação difícil com o cuidado: sempre no limite, sempre forçando, sempre tentando “quebrar” a tensão em vez de escutá-la.

Durante as sessões, eu vejo o contrário: o corpo muda quando encontra apoio, não agressão.

Quando a respiração participa, quando o gesto deixa de se defender, quando o toque é informação e não ameaça, aí sim a estrutura começa a se reorganizar de verdade.

Se você vive repetindo o ciclo “alívio rápido → dor que volta”, talvez não seja falta de esforço.

Talvez seja a forma como o corpo está sendo convidado a responder.

Se quiser entender como um cuidado sem violência pode reorganizar seu movimento e diminuir a sobrecarga, me mande uma mensagem.

23/12/2025

Cada pessoa chega com uma história corporal diferente, e cada processo se revela do seu próprio jeito.

O Pedro veio com receios, dúvidas, tensões e partes do corpo que ele mesmo dizia “não ter mais contato”.

E foi no cuidado, na escuta e no ritmo dele que o corpo começou a abrir espaço para novas referências.

Algo muito bonito no processo do Pedro foi perceber que o benefício das sessões não dependia de estarem coladas uma na outra.
O que ele descobria em uma sessão continuava vivo depois era incorporado, não “perdido”.

O corpo, quando encontra um caminho mais claro, segue caminhando.

O meu trabalho é isso: uma construção verdadeira a cada encontro.
Sessão por sessão, sem receita pronta, sem pressa, sem rigidez.

E quando o corpo encontra um gesto mais organizado, a pessoa se sente mais inteira, mais integrada, como ele mesmo disse.

Se você quer entender como isso pode funcionar no seu corpo, venha conversar comigo.

Ao longo desses 15 anos eu fui entendendo que “educar o movimento” não é ensinar o corpo a se comportar, mas dar condiçõ...
17/12/2025

Ao longo desses 15 anos eu fui entendendo que “educar o movimento” não é ensinar o corpo a se comportar, mas dar condições para ele se reconhecer.

Muita gente chega achando que o problema é só dor ou postura, mas por trás disso quase sempre existe uma história de esforço demais, de pouca escuta, de ter que caber em um formato que não respeita o próprio ritmo.

O meu trabalho nasceu do meu próprio corpo difícil, que não aceitava atalhos. E isso moldou a forma como eu cuido dos outros: sem milagre, sem pose, sem promessa grandiosa.

Sessão a sessão, gesto a gesto, a ideia é que você vá ganhando recursos para se perceber e se cuidar com mais clareza, sem depender eternamente de alguém “de fora”.

Se, em algum momento, o seu corpo começou a pedir um jeito diferente de ser escutado, talvez seja disso que a gente esteja falando aqui.

Se isso faz sentido, venha conversar comigo.

10/12/2025

Muita gente usa a bolinha do jeito mais comum… e também o jeito menos eficiente.

A tendência é pegar a bolinha mais dura possível e f**ar roçando em cima da dor, como se fosse “quebrar o ponto”.

O problema é que o tecido não funciona assim.
Quando você esfrega com força, o corpo entende aquilo como agressão: aumenta a perfusão sanguínea, aquece, parece aliviar na hora, mas logo depois densif**a, contrai mais e reage aumentando a tensão que já estava ali.

O tecido fascial não trabalha bem sob ameaça.
Nas sessões, eu sempre convido o corpo a encontrar apoio antes do esforço.

E com a bolinha é a mesma lógica: escolha uma bolinha macia, deite sobre ela, e deixe o peso do corpo chegar.
Nada de roçar, esfregar ou pressionar com violência.

Quando você espera e deixa o tecido ceder, a musculatura literalmente “abraça” a bolinha.
A liberação acontece por acomodação, não por fricção.

Às vezes leva 30 segundos, às vezes um minuto, mas o corpo responde de um jeito muito mais profundo e duradouro.

Se você quer aprender a soltar tensão sem brigar com o corpo, esse é um bom começo.

Se fizer sentido pra você, venha conversar comigo.

“É só alongar que passa.”Esse conselho funciona para alguns momentos, mas não explica quando a dor insiste em voltar. Te...
03/12/2025

“É só alongar que passa.”

Esse conselho funciona para alguns momentos, mas não explica quando a dor insiste em voltar.

Tem desconforto que não é falta de elasticidade; é falta de apoio, de distribuição de esforço, de organização do gesto no dia a dia.

Nas nossas sessões, eu não começo puxando o que já está tenso.

Eu observo como o seu corpo está trabalhando: onde tem excesso, onde falta participação, como a respiração entra na história.

O Rolfing® é a base conceitual do que eu faço, mas a sessão é construída com você, a partir do que o seu corpo realmente mostra ali na maca.

Se alongar não está dando conta do recado e você sente que o corpo está pedindo um outro tipo de cuidado, venha conversar comigo.

26/11/2025

“Eu consigo sentir meus pés no chão de um jeito diferente.”

O Cleverson chegou se sentindo travado, inseguro e com dores que pareciam vir de todos os lados, mas sem um nome exato para isso.

Ao longo das sessões, o que mudou não foi só a postura para a foto; foi o jeito de estar em si: mais leve, mais equilibrado, mais presente.

Quando a gente encontra chão por dentro, o corpo para de brigar com a vida lá fora. Às vezes é nesse momento que você percebe o quanto estava fora do seu eixo.

Se seu corpo também está pedindo um novo caminho, a gente pode conversar com calma e seriedade sobre como organizar isso. Venha conversar comigo.

www.rolfingcombruno.com.br/rolfing

A estrutura do corpo não é um julgamento estético; é a base da sua presença. Quando o pescoço está tenso, a respiração e...
19/11/2025

A estrutura do corpo não é um julgamento estético; é a base da sua presença.

Quando o pescoço está tenso, a respiração encurta e os ombros se encolhem, a sua mensagem muda, a voz perde corpo, o olhar encontra menos o ambiente e tudo parece exigir mais esforço.

Quando o corpo respira, se apoia e ocupa espaço com leveza, a presença se organiza por dentro e a comunicação chega com menos ruído.

No meu trabalho, eu não “moldo” ninguém: tiramos ruído do gesto, ajustamos os apoios e ajudamos o corpo a encontrar um lugar mais estável para que o que você precisa comunicar apareça sem encenação.

O Rolfing® é a base do que eu faço, mas a sessão é construída com você e para você.

Se isso faz sentido pra você neste momento, vem conversar comigo.

www.rolfingcombruno.com.br/rolfing/

Endereço

Rua Gomes De Carvalho, 1356
São Paulo, SP
04532-012

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