11/02/2026
Quem corre sabe: aumentar volume e intensidade costuma vir acompanhado de dor.
Quadril, joelho, lombar… o corpo até aguenta por um tempo, mas algo sempre começa a falhar quando a distância cresce.
O que muda de verdade não é só tratar o ponto que dói, mas entender como o corpo absorve impacto, transmite força e se organiza ao longo do movimento.
Quando isso melhora, o treino deixa de ser uma ameaça constante e passa a ser algo sustentável.
A história da Dani é um bom exemplo disso: não foi sobre correr menos, nem sobre “aguentar mais”, mas sobre o corpo finalmente conseguir acompanhar o que ela queria fazer.
Se você corre, treina ou pratica esporte e sente que a dor sempre aparece quando o treino evolui, me envie uma mensagem.