02/22/2013
Gregas e Helénicas Troianas
A emoção perdura de forma agridoce e dura inspirada desinteressadamente por contrastes de pele mais clara ou escura;
Detalhes, servem apenas de clarividência a quem com paciência questiona a origem desta minha pseudo-poética ciência.
Escrita maioritariamente em períodos de pré-dormência ao som do batimento tiquetático do coração ou do relógio de quartzo no meu quarto.
Pequeno aparte, tal devido a hiperactividade cerebral, voltando agora ao principal coisas que fazem o ritmo cardíaco bater mal...
Um assunto banal, ya whatever, a explicação não é cabal mas basicamente mulheres Afrodíticas que me remetem a deambulações Minérvicas...
Parece bizarro quando neologismos próprios utilizo mas face a indescritíveis palavras outras mais estranhas escrever é preciso,
E penso que não tenho de ser óbvio ao ponto de dizer do que se trata, farto de clichés e não quero parafrasear outros tantos que tentaram explicá-lo até à data;
Sim agora tá mais fácil perceber, a palavra ganha forma, ao oposto daquilo que é porque quanto mais dura por vezes mais difícil com ele viver se torna,
E as sílabas com que isto é rimado, criticado e explicado talvez num acto falhado são simples da mesma forma como bate a emoção e se sente,
Roubo ao Camões o arde fortemente e alternativamente adiciono o é um paradóxico cubo de gelo em chamas que é simultaneamente gelado e quente,
E concluo que é um estranho frio que queima... tanto agradável como dolorosamente...
Segue-se uma citação com sarcasmo talvez parvo e pouco apropriado mas supostamente quem é pseudo-poeta liberdade tem e não é escassa:
"O amor é tipo uma ganza, dá moca inicial e sabe bem mas cansa ou enjoa após um determinado numero de passas."
Faz-se troça da destroçada descrição e sensação, oh que desgraça...
Talvez na Jamaica o escrito até soasse bem, mas para cada Grega que exista para agradar, Helénicas Troianas há mais cem.
R to the B